Fertilizantes são grandes aliados da cultura do café

O Brasil é o maior produtor de café do mundo, ocupando essa posição há 18 safras, saindo de cerca de 27 milhões de sacas na safra 1990/91 para 55 milhões na safra 2016/17**. Esta posição deve-se ao aumento de área de produção e à adoção do correto manejo agronômico, especialmente pelo uso racional de corretivos e fertilizantes.

O cultivo de café tornou-se tradicional no Brasil em meados do século XVIII, na região Norte, destacando-se pela boa adaptação que a planta apresentou no país. Por ser uma cultura perene, após a plantação, pode-se conduzir por pelo menos 25 anos, sendo que seu correto manejo se faz importante para a manutenção de produtiva longevidade.

Durante o desenvolvimento da lavoura, o emprego de técnicas agronômicas eficientes para o controle de mato competição, pragas, doenças e de outros fatores que possam impactar na cultura são indispensáveis para alcançar potencial produtivo. E o emprego de corretivos e fertilizantes é fundamental para proporcionar o máximo potencial produtivo das plantas.

O estudo da fertilidade e da nutrição do cafeeiro apresenta grande destaque, em vista da importância do manejo nutricional para essa cultura. O emprego da correta nutrição apresenta importantes benefícios para a cultura, como o aumento ou manutenção das altas produtividades e a melhora e/ou manutenção da qualidade da bebida do café.

A utilização de fontes de fertilizantes diferenciadas no manejo nutricional, como o Ekosil, um silicato de potássio com alta concentração de sílica e outros nutrientes, e o Yoorin, fonte de fósforo e que também possui diversos nutrientes, tem apresentado mais benefícios para a nutrição da cultura.

Esses fertilizantes oferecem uma liberação gradual dos nutrientes e uma grande capacidade de correção do pH do solo, demonstrando mais eficiência que as demais fontes de fósforo e potássio.

** (Fonte: International Coffee Organization, 2017)


ver mais artigos

Por Rafael Montes, engenheiro agrônomo da Yoorin Fertilizantes