Test Drive Uniport 5030 NPK Jacto

Com capacidade para 5.000kg de fertilizantes, o Uniport 5030 NPK, da Jacto, é um distribuidor autopropelido que traz um pacote tecnológico completo, além de características que proporcionam uma deposição rápida, eficaz e precisa

Nas páginas da Revista Cultivar Máquinas são comuns os testes de tratores e colhedoras, por isto mesmo são muito esperados e apreciados os ensaios com outros tipos de máquinas e implementos. Para esta edição realizamos um teste de campo com um Distribuidor da Jacto, modelo Uniport 5030 NPK. Por si só isto já provocaria o interesse da equipe de testes, mas quando o vimos, soubemos da história do seu desenvolvimento e o estágio atual da tecnologia aplicada, ficamos entusiasmados.

O motor do Uniport 5030 NPK é um Cummins, modelo QSB,
eletrônico, com volume total de 6,7 litros, com potência de 243cv

O Uniport 5030 NPK é um veículo dotado de depósito com capacidade de 5.000kg, com um sistema distribuidor bastante desenvolvido, vários itens de tecnologia recente e do qual contaremos a  história, explicaremos o funcionamento e analisaremos o desempenho nesta edição. 
O nome do modelo 5030 deriva da sua capacidade, onde 50 se refere aos 5.000kg, e o 30 busca uma identificação e padronização com a família de pulverizadores automotrizes Uniport 2530, Uniport 3030 e Uniport 4530.Este produto da Jacto foi lançado na Agrishow, em maio de 2017, em Ribeirão Preto (SP), também fez parte dos lançamentos da marca na última Expointer, em Esteio (RS), no final de agosto, e ainda será exposto como lançamento no próximo Show Rural de Cascavel (PR) e na Expodireto, em Não-Me-Toque (RS) no início de 2018. Desta forma, a Jacto conclui a sua apresentação, com o novo equipamento da marca, no circuito das grandes feiras.
O Uniport 5030 NPK é um distribuidor de produtos diferenciado, voltado aos agricultores envolvidos com culturas anuais de grãos, devendo ter como principais mercados o nacional e o da América do Sul. Já há equipamentos vendidos para fora do País. Embora não haja indicativos de que a família de distribuidores autopropelidos venha a crescer com o lançamento de novos modelos, há uma forte tendência de que se amplie a linha com o lançamento de um distribuidor rebocado (carreta), com as mesmas funcionalidades deste autopropelido.
O projeto é diferenciado e foi fruto de um desenvolvimento de dois anos e meio, tendo iniciado em 2015, com testes de campo e validação pela equipe própria do fabricante. Este equipamento é integralmente fabricado em Pompeia, no estado de São Paulo, na sua unidade fabril. A Jacto é um dos maiores fabricantes de pulverizadores e colhedoras de café do mundo, com aproximadamente 1.500 colaboradores, que completa 70 anos em 2018.

VEÍCULO
O veículo é muito semelhante ao pulverizador autopropelido fabricado pela Jacto, inclusive compartilhando vários componentes comuns. O chassi, formado por longarinas e travessas, não utiliza solda entre seus componentes, e sim rebites, que proporciona flexibilidade à estrutura e ao mesmo tempo evita quebras quando a estrutura/conjunto sofre maiores esforços no campo.
O motor utilizado é da marca Cummins, modelo QSB, com volume total de 6,7 litros, com potência declarada pelo fabricante de 243cv. A injeção é eletrônica e quanto às emissões atende o padrão MAR-1, podendo-se utilizar diesel até o nível B20 como combustível.
A transmissão de potência é do tipo hidrostático, com motores hidráulicos independentes nas quatro rodas, com redutores planetários. Há integração entre motor e transmissão, com o que o motor constantemente varia de rotação para entregar somente o torque e a rotação que as rodas precisam no momento, otimizando o consumo de combustível e mantendo a velocidade de deslocamento. Este fator é importante, principalmente quando se está trabalhando com taxa variável, em que a manutenção da velocidade é vital para a eficiência da prática. Esta integração se faz por meio de dois módulos de controle que atuam sobre a bomba hidráulica ao comando de sinais recebidos de sensores diversos. Também são influenciados os motores hidráulicos das rodas, para auxiliar na aderência e no equilíbrio. Estes módulos atuam também sobre o motor do veículo, adequando a rotação ao torque necessário.
O veículo é dotado de uma suspensão pneumática independente nas quatro rodas, com bolsas de ar conectadas a válvulas de controle automático de altura.

As aletas ou pás de distribuição do produto possuem diferentes
tamanhos para uniformizar a distribuição dos produtos

CABINE
A cabine tem grande conforto, com ar-condicionado digital, sendo a mesma utilizada no pulverizador Uniport 2530. O acesso à cabine é feito por uma escada frontal, que é rebatida quando o equipamento é posto em movimento. Como era de se esperar em um equipamento distribuidor, e até por ser a mesma do pulverizador, a cabine é pressurizada. O assento possui amortecimento pneumático, com várias regulagens para adaptá-lo ao operador. Ao lado esquerdo do operador há um assento de acompanhante. A coluna da direção é ajustável em altura e distância ao operador.
O comando multifunção está colocado ao alcance da mão direita do operador, sobre um console. Com ele é possível controlar a velocidade e o sentido de deslocamento. E através de interruptores acionáveis pelos dedos polegar e indicador, pode-se ligar e desligar a aplicação, ativar o sistema de controle de bordadura, controlar o piloto automático, quando estiver disponível, e outras funções configuráveis.

RODADOS
Os pneus são iguais em todas as rodas. Na versão standard são de perfil diagonal e como opcional o cliente pode adquirir o veículo com pneus de perfil radial, como era o caso do equipamento testado, com pneus da especificação IF340/85R38. O sistema de frenagem é integrado à transmissão, através dos motores hidráulicos.
A bitola das rodas é ajustável, de 2,60 a 3,15 metros, sendo que a forma de ajuste manual é equipamento standard, enquanto o acionamento hidráulico é oferecido como opcional. É interessante esta variação de bitola para adaptação do equipamento aos diferentes espaçamentos das culturas e também aos dispositivos de transporte, como caminhões e carretas. A altura é constante, com vão livre de 1,50 metro. Com isto, se pode fazer tráfego controlado. A massa total com o depósito vazio é de 8.430kg.

SISTEMA DE DOSAGEM E DISTRIBUIÇÃO
O sistema de distribuição se inicia com o armazenamento do produto, em um depósito de 5.000kg, fabricado integralmente em aço inox. A massa de referência é de 5.000kg, mas depende da densidade do produto que será aplicado, sendo a referência o cloreto de potássio; na ureia, cuja densidade é menor, o peso será também menor que 5.000kg. Para verificação do nível de produto no depósito existem duas opções, a primeira através de um pequeno visor de nível e a segunda por meio de uma câmara de vídeo, instalada dentro do depósito, que proporciona visualização da imagem diretamente no monitor posicionado no console lateral direito.

No depósito de produto foi colocada uma esteira de borracha, que preenche toda a largura do fundo do depósito. O projeto previu um esticador na parte da frente e tambores que acionam a esteira em um formato de barrilete, para não permitir a movimentação lateral da esteira.
Acima da esteira foi colocado um defletor para aliviar a pressão do produto sobre a mesma, e sobre este, uma tela grade para impedir a entrada de impurezas de grandes dimensões, produto empedrado e também como proteção aos operadores. Também são úteis como uma espécie de peneira que, com o movimento do veículo, provoca a segregação dos produtos empedrados. Na aplicação de produtos em pó, como calcário ou gesso, é recomendado retirar tanto a grade, como os defletores.
Sobre o depósito há uma lona de cobertura que  abre e fecha por meio de uma manivela, que aciona um sistema articulado de braços que abre e recolhe, recoloca e estica a lona. Se for necessário, ainda há um componente elástico com esticadores, para dar mais firmeza à lona.
A vazão do produto que será distribuído é determinada pelo fluxo que será depositado sobre os discos distribuidores, que por sua vez depende da velocidade linear da esteira e da abertura de uma comporta. Há uma caixa de redução, colocada logo abaixo das comportas e da esteira, com duas faixas de velocidade. Quando é colocada na posição 1 a esteira girará mais rápido do que na posição 2.

A lona de cobertura do depósito de fertilizantes abre e fecha por
meio de uma manivela que agiliza e facilita o processo

Os limites de vazão de produto dependem basicamente da sua forma e estado físico. O equipamento pode variar a dose dos granulados entre 50kg e 600kg por hectare. Produto em forma de pó pode ser aplicado até 6.000kg por hectare. Este distribuidor pode aplicar produtos em pó e em grão.
É interessante dizer que o sistema de aplicação em taxa variável é standard neste equipamento. Para usá-lo, o produtor deverá previamente montar e inserir um mapa de prescrição, diretamente no sistema e este controlará a vazão em função das necessidades do terreno.
Para regular a saída do produto que cairá sobre os discos, há duas comportas colocadas no final do depósito em posição levemente inclinada, que abrem-se no máximo a 120mm para a maioria dos produtos. Para otimizar o processo, a máquina está programada para abrir a comporta de forma  totalmente automática, quando a velocidade da esteira for máxima. O acionamento das comportas é eletro-hidráulico, automatizado com um pequeno cilindro hidráulico que abre e fecha a comporta após receber sinal de um potenciômetro. A máquina fecha automaticamente a comporta quando o sistema de agricultura de precisão indicar que ela está se deslocando sobre uma área onde já ocorreu a aplicação em passada anterior, como ocorre na bordadura.
No processo de programação da regulagem do equipamento, basta escolher o produto que já há uma pré-configuração da abertura da comporta, limitando as grandes aberturas. Para o calcário e outros produtos em pó, as comportas abrem-se de 120mm a 200mm.
Para a calibração do equipamento, o fabricante recomenda que se retirem os discos e se faça o recolhimento do produto que sai das comportas, informando esta vazão obtida diretamente no monitor. Este procedimento pode ser feito com uma pequena quantidade de produto.
A faixa de distribuição é baseada na alteração do ponto de deposição do produto, sendo invariáveis o tipo de disco, o tipo de aleta e seu posicionamento sobre o disco. As aletas, por isto, são fixas, mas têm tamanhos diferentes, uma curta e a outra longa. O fabricante, que também chama as aletas de pás, disponibiliza três opções, sendo uma de série e outras que podem ser utilizadas para adequar-se a diferentes produtos e faixa de aplicação. O SmartSet (veja box na página 25) auxilia na escolha das aletas. Para os produtos em pó, como o calcário e o gesso agrícola, o disco distribuidor será específico.
Nos testes realizados pela equipe de validação do fabricante foi detectada uma faixa de aplicação de até 50 metros, obtida com NPK no grão. Nestes testes a ureia teve faixa aproximada de 35 metros e para os demais produtos em pó esta faixa foi menor. Nos testes anteriores ao lançamento já houve demonstração de que o perfil de distribuição típico é de seção triangular.
Como dito anteriormente, a variação do perfil de distribuição se dá neste equipamento apenas com a alteração da posição de queda do produto. Utiliza-se uma bica que recebe o produto que sai da comporta e o deposita sobre o disco. Esta bica pode movimentar-se no sentido longitudinal do veículo, com posição de inicial 100, mediana 137 e final 153. Quando o usuário fizer a pré-regulagem do equipamento utilizando o SmartSet, este indicará qual o ponto de deposição, que será informado no monitor Otmis OM4200 e posicionará automaticamente o local da bica sobre o disco. No entanto, pelo volume aplicado, esta forma de regulagem e a bica não se utilizam para calcário nem a produtos similares.
Após a regulagem do equipamento, com o auxílio do SmartSet é importante fazer a conferência do resultado. Isto pode ser feito pelo usuário com o auxílio de bandejas, que são fornecidas pelo fabricante quando da aquisição do distribuidor. Para isto, as bandejas são dispostas transversalmente à passagem do distribuidor em posições regulares, de acordo com a faixa de deposição projetada. Após, o conteúdo das bandejas é colocado em provetas graduadas, com o que se pode ver como ficou a distribuição ao longo da faixa de aplicação.
Uma dúvida que sempre surge é em relação à segregação de produtos em mistura, pois o peso de cada componente, sendo distinto, provoca diferentes perfis de distribuição entre eles. A equipe de validação que nos acompanhava mencionou que nos testes realizados durante a fase de desenvolvimento este problema foi diminuído pela diferença de tamanho e perfil das pás. O fato de ter duas pás intercaladas, uma grande e a outra menor, com um ressalto no centro, separando-a em duas metades, gera um fluxo duplo, que melhora a distribuição.
Para que o produtor possa realizar adequadamente as regulagens e aferições do equipamento, o fabricante fornece um granulômetro, um copo para aferição da densidade, quatro bandejas e uma balança.

O depósito para 5 mil kg de produtos tem esteira de borracha que
preenche todo o fundo e defletor para aliviar a pressão do produto

TECNOLOGIA
Como item tecnológico a destacar, mencionamos o controle de bordadura, utilizado para produtos granulados. Com este dispositivo é possível variar a faixa de aplicação apenas para um dos lados. Desta forma, ocorre uma concentração de aplicação para um dos lados, limitando a aplicação até a borda, sem transpasse, evitando que seja aplicado produto para fora da área da lavoura. Isto se consegue com o auxílio da bica, que se direciona sobre o disco de modo a depositar o produto sobre a aleta de bordadura, naquele lado. Este item tecnológico provoca vantagem tanto na qualidade da aplicação como na questão ambiental, pois evita a aplicação indesejada em estradas, matas, rios etc.

Outra habilidade deste equipamento que está sendo desenvolvida é a possibilidade de uso do controle automático de seções, que proporciona o fechamento de seções, impedindo a aplicação de produtos sobre áreas onde já foram colocados em outra passada. É possível controlar de duas a 12 seções, iniciando do centro da máquina, por meio da alteração do ponto de queda do produto sobre o disco, reduzindo a faixa de aplicação daquele lado que tenha havido a indicação de necessidade. Haverá que ocorrer uma interação do equipamento com um sistema de georreferenciamento (GPS) para que se utilize esta vantagem tecnológica.
O sistema de gerenciamento e telemetria Otmis, que é opcional, integra a máquina com um servidor de rede, e assim se pode acessar informações operacionais através de um computador ou smartphone. Isto permite que no momento da operação um gerente ou mesmo o produtor possa acompanhar on-line a operação. O distribuidor pode estar equipado com barra de luzes ou piloto automático, à escolha do usuário. Além do equipamento de direcionamento automático sem correção, existente na máquina, é possível inserir métodos de correção tipo RTX e RTK. 
O monitor Otmis OM4200 apresenta as funções de operação e de diagnóstico. Operacionalmente é possível acompanhar a largura de aplicação, a dose instantânea aplicada, a velocidade de deslocamento, entre outras. Ao simples toque de um botão pode ser acionada a câmara colocada no depósito ou a traseira, que mostra a distribuição.

TESTE
Os testes que fizemos com o Uniport 5030 NPK ocorreram pela parte da tarde, aplicando cloreto de potássio em cobertura sobre soja em estádio fenológico V3, aplicando dose variável em média 180kg por hectare. Utilizamos velocidades de deslocamento entre 18km/h e 20km/h, embora pelas condições do terreno fosse possível andar a velocidades operacionais ao redor de 25km/h, que é um padrão do equipamento, pela configuração da sua transmissão. Para o transporte, a velocidade limite é de 40km/h. Utilizamos uma velocidade mais reduzida pela existência de sulcos transversais feitos pelo sistema de irrigação por aspersão e pela natural falta de prática com o equipamento.
Após um breve período de explicações básicas de funcionamento e controles operacionais, assumimos o controle do equipamento, o qual foi difícil ter que deixar. A cabine, o assento e a posição do comando multifunção nos agradaram bastante, assim como os recursos de câmara de vídeo, que proporcionam a visualização da parte traseira do equipamento e do depósito de produto.
A operação é fácil, bastando acostumar-se com a sensibilidade do comando multifunção. Nele se pode definir o sentido, a velocidade de deslocamento e dar o início da aplicação. No monitor ao lado do console são controlados a velocidade de deslocamento, a vazão instantânea de produto e o nível do depósito. Para que o operador não tenha que estar pendente do monitor, principalmente quando não está utilizando piloto automático, este possibilita a apresentação de erros ou falhas com mensagens diretamente na tela, que é sensível ao toque.
Um pouco à frente tínhamos o monitor Otmis LB1200, que é o da operação com agricultura de precisão, que possibilita ver a área onde já foi aplicado o produto e configurar parâmetros que permitam trabalhar com o sistema. É marcante a atuação dos módulos de controle do motor, ouvindo-se claramente a variação da rotação para se adequar às condições dinâmicas. Portanto, a rotação do motor não é fixa, para manter inalterada a velocidade de deslocamento e otimizar o consumo de combustível.
No mais, uma tocada segura, sem dificuldades. Antes da manobra de cabeceira já se nota a interrupção da aplicação, automática quando se entra na faixa de bordadura. A manobra é fácil, com bom raio de giro, sem a presença das barras do pulverizador. Nos testes e na aplicação que estavam sendo feitos se seguiam os rastros do pulverizador Uniport, em um sistema de tráfego controlado, bem visível.
Durante a nossa participação no teste pudemos realizar o carregamento do produto duas vezes. O sistema utilizado pelo produtor é o de braço hidráulico do caminhão (munck) e big bag. Também é possível fazer o carregamento de produto com pá carregadeira.
Fomos auxiliados neste teste pelo engenheiro mecânico, gerente de Produto para Pulverizador Automotriz e Adubadoras em Geral, Paulo Guirao, e pelo tecnólogo em Mecanização e Agricultura de Precisão e analista de validação da Jacto, Giovani Lopes Zuliani. Também tivemos o apoio de Bruno Alves Loureiro, técnico agrícola, funcionário da fazenda e que atua em vários processos, como operação e administração. Sem dúvida foram bons momentos para avaliar esta máquina em ótimas condições operacionais e com a boa vontade de todos os participantes.

LOCAL DO TESTES
Os testes do distribuidor Jacto Uniport 5030 NPK foram feitos na Fazenda Triunfo, situada na cidade de Itaí (SP), próxima a Paranapanema. A Fazenda é bem organizada, possuindo 791 hectares de área própria e 1.035 hectares arrendados. O proprietário é o produtor Paulo Swart, que é cliente fiel da Jacto e possui uma adubadora Uniport 5030 NPK e um pulverizador Uniport 3030, além de dois turbo atomizadores da marca. Na fazenda são plantados soja, milho, feijão, algodão e laranja e na cultura da soja, onde estávamos fazendo a aplicação de cloreto de potássio, as produtividades médias superam os 70 sacos por hectare. Além do técnico agrícola que nos atendeu, fornecendo informações e proporcionando-nos o contato com a máquina, há mais 14 funcionários na área agrícola, além dos que atuam na área comercial.

 SMARTSET
O SmartSet é um sistema de configuração da faixa de aplicação, colocado à disposição do agricultor pela Jacto, através de uma página web aberta, que é possível utilizar em português, inglês e espanhol.
Pode ser visto no http://jactosmartset.com.br/jacto/. Ele pede que o usuário declare ter conhecimento das condições de uso do SmartSet e esclarece que podem haver variações das características físicas dos fertilizantes, que indiquem valores diferentes do que possui efetivamente o fertilizante utilizado pelo usuário. Também recomenda que seja feita uma conferência da largura de trabalho real obtida pelo trabalho de campo e exclui de responsabilidade a empresa pelo uso de valores que possam diferir dos reais.

Confira a íntegra do teste no arquivo abaixo.

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