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Alta Brasil lança o complexo orgânico Vitasoil

  • 11/12/2015 |
  • Cibele Vieira

Uma tecnologia orgânica que promete intensificar a produtividade dos solos agrícolas é a base do Vitasoil, produto testado em solos brasileiros nos últimos três anos em culturas como café, milho, soja, feijão, algodão e batata. Alta produtividade, diminuição na ocorrência de pragas, doenças e nematoides, além da melhoria da qualidade dos produtos agrícolas são alguns resultados conquistados por agricultores e atestados por institutos e empresas de pesquisas, além de universidades. Com esse aval, o Vitasoil está sendo lançado formalmente nesta safra 15/16 pela Alta Brasil, empresa responsável pela distribuição no país.

O primeiro produto do mercado brasileiro a atuar como estimulante à microbiologia já existente no solo traz um forte conceito de preservação ambiental, com resultados concretos na produtividade dos cultivos e na lucratividade dos agricultores no curto, médio e longo prazos. Ao estimular a vida dos solos, o Vitasoil permite que as plantas se tornem mais saudáveis e mais resistentes a pragas e doenças, além de suportarem melhor as oscilações climáticas. Sua composição combina fontes de carbono orgânico, complexo de enzimas ativa e extrato de algas marinhas, por meio da nanotecnologia. “O Vitasoil nutre e estimula os microrganismos benéficos presentes no solo em qualquer sistema de produção agrícola, promovendo a sua multiplicação exponencial gerando, assim, um ambiente favorável para se obter altas produtividades com qualidade da produção. Bom para o agricultor, mas também para o consumidor”, explica Marcos Zani, Gerente de Negócios da Alta Brasil.

O equilíbrio da vida do solo significa mais produtividade

Um solo com vida microbiana equilibrada e com mais diversidade de espécies permite, por exemplo, a redução na presença de nematoides, causadores de cada vez mais danos na agricultura brasileira, como ficou comprovado em plantios de soja na Bahia, onde a aplicação do Vitasoil reduziu entre 30% a 60% a população de nematoides de galhas. Outro exemplo vem dos ensaios realizados em lavouras de café na região de Patrocínio (MG), onde a melhoria após o uso do produto pode ser avaliada na produtividade com incrementos de até 45%, no tamanho e maturação mais uniforme dos grãos e na qualidade da bebida, medida de acordo com o Protocolo SCAR (Specialty Coffee Association of America).

“A agricultura moderna e intensiva, necessária para atender a demanda mundial crescente, tem causado um enorme desequilíbrio químico, físico e biológico nos solos, levando a problemas como o aumento da incidência de pragas, doenças e nematoides, compactação e menor disponibilidade de nutrientes, diminuindo assim o seu potencial produtivo. Com isso, os custos de produção ficam cada vez mais altos, sem aumentos significativos na produtividade”, avalia Zani.

Pequena quantidade para grandes áreas

Desenvolvido por meio da nanotecnologia, o Vitasoil requer doses mínimas em gramas por hectare, de acordo com recomendação técnica em cada cultivo e conforme as necessidades do agricultor. A aplicação do produto é feita via pulverização em área total em pré ou pós-plantio. O Vitasoil deve ser ativado diluindo 1 grama do produto para cada 100 ml de água não clorada. Essa mistura deve ser guardada por 48 horas antes de ser aplicada.

Embora seja novidade no Brasil, o Vitasoil já tem um histórico positivo de dez anos em vários importantes mercados dos EUA, além de resultados efetivos em outros países como México, Colômbia, Costa Rica e Equador. Além do Brasil, o produto também está sendo lançado simultaneamente no Paraguai e Uruguai. Em nosso país, estará disponível em todas as principais regiões agrícolas para os principais cultivos.

Perfil da empresa

A ALTA Brasil é a empresa distribuidora do Vitasoil. Tem sede em Curitiba (PR) e faturamento anual (jul/2015 a jun/2016) previsto em R$ 120 milhões. Está no mercado brasileiro há oito anos em processos de registros de defensivos agrícolas, mas iniciou suas operações comerciais no país há dois anos. O Grupo Agrihold, proprietário da ALTA Brasil, atua no Paraguai há 25 anos e no Uruguai há 10 anos, onde comercializa insumos agrícolas (sementes, fertilizantes e defensivos), com faturamento anual de R$1,2 bilhão.

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