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Cafeicultores paulistas e mineiros aderem a novas tecnologias de nutrição via fertirrigação

A combinação de nutrientes envoltos em fórmulas de alto desempenho promete facilitar o manejo e aumentar a produtividade das mais diversas culturas agrícolas brasileiras. A prática da fertilização fluida, que já está apresentando bons resultados de desempenho e produtividade em diversas regiões produtoras do Brasil em campos de soja, milho e trigo, começa a conquistar adeptos também em outras culturas, como a do café. De acordo com o engenheiro agrônomo Paulo Ottoboni, que acompanha de perto a produção em grandes fazendas cafeeiras nos estados de São Paulo e Minas Gerais, a tecnologia trazida ao Brasil pela Nutriceler tem agradado agricultores que buscam melhores resultados de produtividade e vantagens operacionais.

Ottoboni explica que a fertilização fluida atraiu a atenção dos cafeicultores por permitir substituição da adubação convencional com fertilizantes granulados pela aplicação de fertilizantes fluidos especiais via fertirrigação. “Essa troca possibilita uma enorme economia de tempo e de recursos dentro do manejo operacional do cultivo do café. Quando falamos em reduzir mão-de-obra na agricultura, estamos falando de uma vantagem muito grande para o produtor e para o meio ambiente. Resumindo, a técnica exige menos trabalho e entrega um resultado superior”, avalia Ottoboni.

No pacote de tecnologias que envolvem a prática da fertilização fluida estão produtos à base de fósforo e nitrogênio (Nucleus Ophos), potássio e enxofre (Nucleus 00-00-21-13S), ácidos húmicos, ácidos fúlvicos, extratos de algas e aminoácidos (Maxifós). “Essa composição foi bem aceita para fertirrigação devido ao seu alto poder de solubilidade dos produtos, o que evita o entupimento dos bicos, além da sua alta eficiência nutricional. Com essa tecnologia, conseguimos fornecer todos os nutrientes que a planta precisa com muito mais precisão e segurança, e também percebemos que a planta consegue absorver os nutrientes retidos no solo, que dificilmente seriam absorvidos pelas raízes. É uma combinação que age de forma completa, com resultados surpreendentes”, explica Ottoboni.

O agrônomo destaca a atuação do fertilizante Nucleus Ophos, que oferta potássio, nutriente fundamental para o desenvolvimento e enchimento dos grãos do café. “Não existe no mercado brasileiro produto que se assemelhe aos produtos Nucleus, da Nutriceler. São fertilizantes que contam com nutrientes desenvolvidos em formatos especiais, que possibilitam mais rápida ação e nutrição efetiva da planta”, opina.

O agricultor Jayme Miranda cultiva café nos municípios de Garça, São Paulo e Serra do Salitri , Minas Gerais. Este ano, sob a supervisão do engenheiro agrônomo Marcelo Aoki, utilizou a tecnologia Nutriceler de fertilizantes fluidos via fertirrigação em 100% da área plantada. De acordo com Aoki, que acompanha os 380 hectares de variedades diversificadas de café, a tecnologia agradou tanto pela praticidade quanto pela eficiência nutricional. “Como a quantidade de fertilizantes fluidos utilizados neste tratamento é bem reduzida em relação ao volume de adubos sólidos, ficamos um pouco preocupados se haveria resposta, principalmente em se tratando de potássio. Nas primeiras análises foliares já comprovamos que as nossas necessidades foram supridas e que as plantas estão em excelente desenvolvimento”, revela o agrônomo que aguarda a colheita, prevista para meados do mês de maio.

No município de Galha (SP), o engenheiro agrônomo José Renato Serra, sócio e gerente do Grupo Serra, é responsável por cerca de 1000 hectares de plantações de café. Há quase 5 anos realizando tratamento nutricionais com produtos de tecnologia Nutriceler, Serra revela que intensificou o uso de tecnologias de ponta e percebeu grandes vantagens da tecnologia Nutriceler e do manejo diferenciado realizado via fertirrigação em comparação com os fertilizantes convencionais.

“Realmente é uma tecnologia muito vantajosa, principalmente quando falamos em facilidade da aplicação, redução de custos operacionais e eficiência dos produtos. Sabemos que esses são produtos mais elaborados e é uma tecnologia que não tem volta. Quem começar a aplicar não consegue mais trocar por uma tecnologia inferior”, afirma Serra.

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