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Nova diretoria da Aprosoja toma posse

A diretoria que irá liderar as ações da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) no biênio 206/17 tomou posse. A cerimônia de posse foi realizada em Cuiabá e incluiu também os 152 delegados, que representam a entidade diretamente nos núcleos de produtores.

“Temos um caminho árduo pela frente, mas, como produtores rurais, sabemos como lidar com adversidades e tenho certeza de que chegaremos ao fim de 2017 com conquistas”, observou o presidente recém empossado da Aprosoja, Endrigo Dalcin, durante seu discurso.

Eleito na primeira disputa eleitoral da entidade, Dalcin destacou também a participação dos associados no pleito: mais de 2,4 mil agricultores votaram em novembro. “Vamos manter o foco no nosso associado e ouvir as demandas para continuar sendo a Aprosoja, a legítima representante do produtor e soja e milho de Mato Grosso”, declarou Dalcin.

A cerimônia reuniu mais de 750 pessoas e foi precedida pela última assembleia geral da Aprosoja, realizada pela manhã. A assembleia teve como principal foco aprovar o orçamento e as diretrizes gerais para os trabalhos planejados para 2016. Um dos projetos especiais é a parceria com a Fundação MT e a Fundação ABC, na área de desenvolvimento de pesquisas agronômicas.

Também foi autorizado o investimento em equipamentos para implantar a tecnologia de videoconferência nos núcleos da Aprosoja. “Damos um importante passo para nos aproximar ainda mais dos associados, mesmo daqueles em que a distância não permite a presença em nossas reuniões”, observa Ricardo Tomczyk, ex-presidente da entidade.

No início de janeiro, a nova diretoria oficializa os nomes dos próximos coordenadores das Comissões Temáticas de Trabalho, fóruns que guiam a atuação da entidade.

Homenagem

Durante a cerimônia de posse, a Aprosoja homenageou com o troféu O Cultivador o senhor Munefumi Matsubara, pioneiro no incentivo às pesquisas na agricultura em Mato Grosso. Atualmente com 83 anos, seu Mune vive em Sinop com a família e não atua mais no ramo do agronegócio.

Na década de 70, ele abriu as porteiras de sua fazenda para os pesquisadores, onde hoje é a cidade de Lucas do Rio Verde. “Os investimentos que fiz na fazenda foram também para me viabilizar e, por tabela, viabilizar também a região. Eu tenho muito orgulho de ver a região como está hoje, em 35 anos passamos para 4 milhões de hectares de lavouras e temos cidades com os melhores IDHs do país”, disse depois de receber o troféu.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) foi a principal parceira de Munefumi nas pesquisas que elevaram a produtividade das lavouras com cultivares apropriadas para os solos da região. “Que grande sorte a minha as coisas acontecerem no Brasil e no mundo naquele momento e favorecerem a nossa região. Por ser pioneiro que fui agraciado com toda essa pesquisa. Estou muito satisfeito”, finalizou.

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