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Seminário em Teresina aborda cultura do feijão-caupi

  • 30/11/2015 |
  • Eugênia Ribeiro

Acontece nos dias 02 e 03 de dezembro, no auditório da Embrapa Meio-Norte, em Teresina – PI, o Seminário Feijão-caupi: mercado, melhoramento genético e estratégia de manejo. O evento é uma oportunidade para técnicos, estudantes e professores do setor agropecuário se atualizarem sobre as tecnologias relacionadas à cultura do feijão-caupi. O seminário traz informações exclusivas para técnicos, estudantes e professores do setor agropecuário sobre as tecnologias da cultura.

Durante duas manhãs os participantes terão acesso às informações sobre o panorama da cultura; desenvolvimento de cultivares; produção de sementes, manejo de plantas daninhas, pragas e doenças. A programação inclui também apresentações sobre benefícios da fixação biológica de nitrogênio, extração de nutrientes, exigência nutricional e adubação do feijão-caupi para alta produtividade e manejo de populações de plantas.

O feijão-caupi ou feijão-de-corda é uma cultura de origem africana. Foi introduzido no Brasil no século XVI, pelos portugueses, inicialmente no Estado da Bahia. Posteriormente, disseminou-se por toda a região Nordeste, e desta, para as demais regiões do Brasil. A produção concentra-se nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, no entanto o consumo é destacado nas duas primeiras regiões. A Embrapa Meio-Norte coordenada o Programa de Melhoramento Genético do Feijão-Caupi e há mais de 20 anos, em parceria com diversas instituições, realiza pesquisas que possibilitaram o desenvolvimento de cultivares com arquitetura moderna de planta e o ciclo de maturação mais precoce e uniforme. A melhoria genética da qualidade de grão (cor, forma, tamanho) tem sido um dos grandes responsáveis pela expansão de mercado interno e externo.

O programa de melhoramento de feijão-caupi liderado pela Embrapa Meio-Norte tem atuação nos estados das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e parte do Sudeste do Brasil e é realizado em rede, onde participam várias unidades da Embrapa, universidades e empresas de sementes. A estrutura atual do programa contempla ações de gestão de recursos humanos e financeiros e de pesquisa; esta encontra-se subdividida em pré-melhoramento, melhoramento e pós-melhoramento.

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