Revista Cultivar Grandes Culturas

Edição 117 | Fevereiro 2009

Revista Cultivar Grandes Culturas
 

Uso de 2,4-D na agricultura

Registrado para as culturas de soja, cana-de-açúcar, milho, trigo, arroz, café e pastagens o 2,4-D ainda gera polêmica quanto ao seu emprego na agricultura. Conheça melhor o histórico e as características desse herbicida, utilizado no Brasil desde a década de 1950

Desde os primórdios do cultivo da terra pelo homem até os dias de hoje, as plantas daninhas têm se apresentado como um dos principais obstáculos para a eficiência da exploração agropecuária. Historicamente o homem utilizou várias maneiras para controlar essas plantas infestantes, como o arranquio manual, o controle mecânico com ferramentas e implementos, o uso do fogo e de alguns anteparos físicos como coberturas verdes e palhadas. Estas formas de controle enfrentavam algumas limitações, principalmente em relação à praticidade, ao rendimento operacional, ao custo e à eficiência total do processo.

A grande evolução no controle de plantas daninhas foi obtida com o emprego de substâncias químicas, no início do século passado. No entanto, foi na década de 1940, que se iniciou o grande desenvolvimento do controle químico de plantas daninhas, a partir da sintetização do ácido 2,4-diclorofenoxiacético, considerado o primeiro herbicida moderno, predecessor dos demais produtos utilizados no controle de plantas daninhas nas diversas culturas e regiões agrícolas de todo o mundo.

Para desmistificar os questionamentos de que esse herbicida é um produto “antigo e, portanto, ultrapassado”, capaz de contaminar “lavouras sensíveis” e que “possui problemas toxicológicos”, é importante realizar uma abordagem imparcial sobre as diversas questões envolvendo o uso do 2,4-D no Brasil.


O texto acima é resumo de matéria publicada na versão impressa.

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