Como lidar com plantas voluntárias que viram daninhas

Eventos biotecnológicos, quando bem utilizados, são tecnologias importantes para facilitar o manejo de daninhas. No entanto é necessário conhecimento técnico e planejamento para que o avanço tecnológico não resulte em sério problema representado por plantas voluntárias tolerantes a herbicidas.

Historicamente, o manejo de plantas daninhas é considerado um dos maiores desafios enfrentados por técnicos e agricultores. A competição pelos recursos do ambiente, entre plantas daninhas e culturas, resulta em perdas de produtividade e, consequentemente, menor rentabilidade da atividade agrícola. A inserção de eventos biotecnológicos, que conferem tolerância a herbicidas na soja e no milho, são tecnologias que bem utilizadas favorecem o manejo das plantas daninhas. No entanto, é necessário conhecimento técnico e planejamento para que o avanço tecnológico não se torne sério problema, uma vez que, plantas voluntárias (tigueras) tolerantes a herbicidas poderão ocorrer em cultivos sucessivos, tornando-se plantas daninhas. As sementes oriundas de perdas na colheita darão origem a plantas da cultura infestando a cultura sucessiva e, assim, uma cultura se torna planta daninha evidenciando “o outro lado da moeda”.

Toda e qualquer planta que ocorre em local não desejado e cause dano (econômico, social e/ou ambiental) é considerada planta daninha. Dentro desta definição, incluem-se as plantas resistentes e sensíveis a herbicidas, bem como, plantas voluntárias de culturas transgênicas tolerantes aos herbicidas.

Eventos biotecnológicos que conferem tolerância a herbicidas em soja e milho, como por exemplo a tecnologia Roundup Ready (RR), são avanços na agricultura. No primeiro momento, esta tecnologia simplificou o manejo das plantas daninhas, que por cerca de uma década baseou-se na utilização do mesmo herbicida, o glifosato. A tecnologia RR facilitou o manejo por possibilitar o uso do glifosato em pós-emergência das culturas com esta tecnologia, aliando eficácia no controle de amplo espectro de daninhas e menor risco ao ambiente.

O milho voluntário possui elevada capacidade competitiva em relação à soja e causa perdas de produtividade.
O milho voluntário possui elevada capacidade competitiva em relação à soja e causa perdas de produtividade.

O uso monólogo do glifosato favoreceu a seleção de espécies daninhas resistentes como azevém (Lolium multiflorum), buva (Conyza bonariensis, C. canadensis e C. sumatrensis), capim amargoso (Digitaria insularis) e, mais recentemente o caruru gigante (Amaranthus palmeri) e o capim pé de galinha (Eleusine indica), onde o controle químico com herbicidas de diferentes modos de ação (MoA) se faz necessário.

Além dos problemas relacionados com a seleção de espécies daninhas resistentes ao glifosato, quando houver perdas na colheita de cultivares/híbridos com a tecnologia RR, há maiores chances da ocorrência de plantas voluntárias resistentes ao glifosato nos cultivos subsequentes. As plantas voluntárias originadas das sementes perdidas na colheita de cultivares da tecnologia RR, por serem tolerantes ao herbicida, tem seu controle dificultado e custo mais oneroso.

No Brasil, dados de pesquisa indicam perdas médias de sementes durante a colheita entre 1% a 4% (Tabile et al., 2008). As perdas na colheita são inerentes a vários fatores da cultura como cultivar/híbrido, manejo (plantas daninhas, doenças, pragas e manejo solo, etc) e da colheitadeira (regulagens, manutenção, velocidade de operação, etc).

Caso não controladas, as plantas voluntárias competem com as culturas por recursos do ambiente, de modo a reduzir a produtividade; dificultam a colheita; contaminam os grãos; e, são hospedeiras de insetos pragas e fungos; fatores que reduzem a viabilidade econômica da atividade agrícola.

O milho voluntário possui elevada capacidade competitiva em relação a soja e causa perdas de produtividade (Rizzardi et al., 2012; Piasecki, 2015; Pertile, 2016). Plantas voluntárias de milho se originam de sementes individuais, de espigas ou pedaços de espigas, que produzem plantas individuais ou touceiras (várias plantas de milho em um mesmo ponto), respectivamente (Piasecki, 2015). O nível de dano econômico (NDE) da competição de plantas individuais de milho com soja variou de 0,19 plantas m-2  a 0,56 plantas m-2 (Pertile, 2016). A soja, em competição com população média de 0,5, 1 e 2 plantas de milho, reduziu a produtividade de 22%, 36% e 54% respectivamente, enquanto a mesma população quando oriunda de touceira, reduziu a produtividade da soja em 46%, 64% e 80%, respectivamente (Piasecki, 2015). Quando da ocorrência de plantas voluntárias de soja em milho, foi observada redução na produtividade do milho de 9,3% e 23% nas respectivas populações de 1 plantas de soja m-2 e 32 plantas de soja m-2 (Koenig et al., 2012). Em relação a competição de milho voluntário em lavouras de milho e soja voluntária em lavouras de soja, poucas informações encontram-se disponíveis na literatura.

Plantas voluntárias de milho se originam de sementes individuais, de espigas ou pedaços de espigas.
Plantas voluntárias de milho se originam de sementes individuais, de espigas ou pedaços de espigas.

A partir desses dados fica evidente a elevada capacidade competitiva das plantas voluntárias e o potencial de danos da competição com as culturas, o que torna seu controle extremamente importante. Entretanto, o controle das plantas voluntárias RR principalmente em pós-emergência das culturas é dificultado pelo fato de restritas opções de herbicidas estarem registrados para esta finalidade. Herbicidas como os mimetizadores de auxina, inibidores da glutationa sintase (GS), inibidores dos fotossistemas I e II (FSI e FSII), dentre outros, não apresentam seletividade para aplicações principalmente em pós-emergência da soja, enquanto os herbicidas inibidores dos fotossistemas I e II (FSI e FSII), dentre outros, não apresentam seletividade para a cultura do milho.

A resistência das plantas daninhas aos herbicidas e a busca por vantagens competitivas no mercado entre as companhias químicas, são os principais fatores que tornaram crescente a demanda por novas tecnologias que possibilitem a proteção dos cultivos. Dentre as novas tecnologias estão a inserção de novos eventos biotecnológicos que conferem a tolerância as culturas a outros herbicidas além dos já disponíveis em soja e milho (glifosato e glufosinato de amônio). Assim, novos traits de tolerância a herbicidas foram introduzidos na soja e no milho, dentre outras culturas, e em breve serão ofertados no mercado de forma isolada ou associados (genes empilhados).

De acordo com a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), no Brasil estão liberados para comercialização as seguintes tecnologias:

  • Soja - Roundup Ready - RR (tolerância ao glifosato, 1998), Cultivance – CV (tolerância a herbicidas inibidores da acetolactato sintase (ALS), grupo químico das imidazolinonas, 2009), Liberty Link – LL (tolerância ao glufosinato de amônio, 2010), Balance GT 3 (tolerância a glifosato, glufosinato de amônio e isoxaflutole, 2015) e, Enlist 3 (tolerância ao 2,4-D, glifosato e glufosinato de amônio, 2015);
  • Milho - LL (2007), RR (2008) e Enlist (tolerância ao 2,4-D, haloxifope-R, glufosinato de amônio e glifosato, 2016).

Além das tecnologias já liberadas pelos órgãos oficiais, novos eventos biotecnológicos como a soja Xtend (tolerância a glifosato, dicamba e glufosinato de amônio) estão em processo de tramitação, e em pouco tempo estarão à disposição de técnicos e agricultores no campo.

Tais tecnologias inseridas nos genomas da soja e do milho aumentarão as opções de herbicidas disponíveis para o manejo das plantas daninhas, principalmente das resistentes, e irão possibilitar aplicações em pré e pós-emergência das culturas tolerantes. Nesse contexto, o “outro lado da moeda” caracteriza-se pelo fato da possibilidade de plantas voluntárias tolerantes a vários herbicidas serem originadas a partir dos propágulos perdidos na colheita das culturas geneticamente modificadas.  

A oferta de novas tecnologias que conferem tolerância a vários mecanismos de ação herbicida nas culturas da soja e milho sinalizam para o aumento na complexidade do manejo das plantas voluntárias, com tendência de maior ocorrência destas competindo com as culturas de interesse. Além disso, espera-se maior dificuldade no controle, visto que, dependendo da combinação das tecnologias usadas nas culturas em sucessão, poucas opções de herbicidas serão efetivas para o controle das voluntárias.

A maioria dos herbicidas para o controle de soja ou milho voluntários que proporcionam altos níveis de controle estão direcionados para a aplicação em pré-emergência das culturas e pós-emergência das plantas voluntárias. Nessa modalidade de aplicação, nem sempre se consegue atingir as plantas voluntárias em função da germinação e emergência das plantas voluntárias ocorrer em diferentes fluxos, e nessa situação, a aplicação de herbicidas pré-emergentes (da cultura e das voluntárias) com efeito residual são a opção mais indicada, principalmente para o controle do milho voluntário, como diclosulam, clorimuron + sulfometuron, imazapic + imazapir (Piasecki e Rizzardi, 2016).

Em muitos casos a falta de conhecimento e planejamento do sistema produtivo que envolve a sucessão de cultivos de plantas transgênicas como milho/soja, soja/milho, soja/soja e milho/milho, dão origem a plantas voluntárias tolerantes aos mesmos herbicidas da cultura subsequente. Estas plantas voluntárias constituem grande problema, pois possuem elevada capacidade competitiva com a cultura e seu controle fica restrito a poucos herbicidas e, se não controladas, reduzem a produtividade e causam prejuízos econômicos.

Após a emergência das culturas a situação se agrava, onde o manejo resume-se aos herbicidas inibidores da enzima acetil coenzimaA carboxilase (ACCase) como os ciclohexanodionas (DIM’s - cletodim e setoxydim) e ariloxifenoxipropionatos (FOP’s - haloxyfop, fluazifop, quizalofop) para manejo de milho voluntário RR em soja e, da atrazina (inibidor de FSII) e inibidores da síntese de carotenóides para controle de soja voluntária RR em milho. Os herbicidas inibidores da ACCase quando aplicados na dose recomendada, no estádio de desenvolvimento de quatro a cinco folhas do milho voluntário (V4-V5), apresentam controle satisfatório do milho. No entanto, FOP’s têm melhor eficiência em aplicações em milho maior que V5. Para o controle da soja voluntária em milho, quando a aplicação não ocorre nos estádios iniciais de desenvolvimento o controle é reduzido, sendo a atrazina o principal herbicida utilizado para seu controle. Dessa forma, tanto técnicos como produtores devem ficar atentos quanto a aplicação, visto que o controle somente será eficiente se for realizada na dose e no estádio correto de aplicação.

Atenção especial deve ser prestada à associação de herbicidas com diferentes mecanismos de ação, especialmente quando se deseja aumentar o espectro de controle, uma vez que podem ocorrer interações negativas (antagonismo) e redução do controle da planta voluntária como relatado para as associações de glifosato, 2,4-D e inibidores da ACCase.

Cabe ressaltar que no Brasil poucos herbicidas possuem registro para o controle de plantas voluntárias. Além das opções limitadas de produtos para o controle de plantas voluntárias, herbicidas como a atrazina e o paraquat estão em avaliação e apresentam a possibilidade de proibição ou restrição de uso, o que tornaria o problema ainda mais sério.

Outra situação importante que deve ser observada é o efeito da persistência do herbicida até a próxima estação de crescimento (cultivo) de forma a restringir a rotação de cultivo em função da sua atividade residual, denominado efeito de “carry over”. Por exemplo, ao serem aplicados herbicidas inibidores da ACCase antes da semeadura de culturas sensíveis como trigo e milho, ou atrazina antes da instalação da lavoura de soja, devem ser respeitados intervalos específicos entre a aplicação de cada herbicida e a semeadura da cultura sensível.

Plantas voluntátias tolerantes a herbicidas competem com a cultura instadala em sequência e podem comprometer a produtividade.
Plantas voluntátias tolerantes a herbicidas competem com a cultura instadala em sequência e podem comprometer a produtividade.

Situações hipotéticas de cultivos de soja e milho com diferentes tolerâncias a herbicidas e as possíveis combinações de plantas voluntárias que podem ser originadas na lavoura, bem como, algumas sugestões de herbicidas para o controle, quando disponível, encontram-se na Tabela 1.

Na Tabela 1 é possível observar a complexidade das diversas possibilidades de sucessões de culturas com tolerância aos herbicidas, e também, que em algumas situações (que devem ser evitadas) não há herbicidas disponíveis para o controle das plantas voluntárias.

Para que sérios problemas com a ocorrência de plantas voluntárias sejam evitados, é imprescindível observar alguns princípios básicos no momento do planejamento da lavoura ou do sistema produtivo, como:

  • Consultar assistência técnica especializada: através do auxílio de Engenheiros Agrônomos capacitados e bem informados será possível planejar a lavoura levando em consideração todo o sistema produtivo, e não apenas um cultivo/ano. Assim, perdas em produtividade em função da competição de plantas voluntárias com as culturas serão evitadas, e o retorno econômico da lavoura será maior.
  • Planejar o sistema de modo que haja opções de herbicidas para o controle das plantas voluntárias no cultivo seguinte: cultivos sucessivos com os mesmos eventos de tolerância a herbicidas devem ser evitados. Por exemplo, em caso de cultivo de soja RR após o milho, evitar cultivar milho RR, pois dessa forma as plantas voluntárias de milho emergidas na soja serão facilmente controladas pelo glifosato. Outro exemplo de situação que deve ser evitada é o cultivo de milho RR seguido por milho RR. Para essa situação, onde as plantas voluntárias de milho RR emergidas na cultura do milho RR, não há opção de herbicida para o controle. Várias combinações de cultivos podem ser hipotetizadas ao analisar a Tabela 1.
  • Adotar medidas para minimizar perdas de sementes durante a colheita: as perdas na colheita podem ser reduzidas com planejamento da cultura envolvendo desde o manejo (adubação, controle de insetos praga, doenças e plantas daninhas, cultivar/híbrido, espaçamento, população, época de semeadura) até o procedimento operacional durante a colheita (tipo de máquina colhedora, estádio da cultura, umidade dos grãos, altura de corte, regulagem da plataforma, do cilindro/rotor, côncavo, ventilador, peneiras, velocidade de operação e manutenção). Medidas preventivas podem reduzir as perdas de sementes com potencial de originar plantas voluntárias em cultivos sucessivos. 

Assim, a tolerância a diferentes mecanismos de ação herbicida nas culturas será ferramenta útil a auxiliar no manejo das plantas daninhas. Porém, “o outro lado da moeda” em que as culturas responsáveis pela sustentação da propriedade podem ser responsáveis pela inviabilização dos cultivos sucessivos em função de transformarem-se em plantas daninhas de alto custo/difícil controle. Nesse contexto, a questão das plantas voluntárias deve ser analisada com atenção, pois o manejo exige conhecimento técnico, informação sobre fisiologia, ação dos herbicidas e planejamento estratégico para que as tecnologias não se tornem problema maior do que aquele para o qual foram criadas para resolver.

Tabela 1: Situações hipotéticas de cultivo e sugestões de herbicidas para manejo de plantas voluntárias de milho e soja em função da tolerância a herbicidas. Passo Fundo-RS, 2016. 1A eficácia do herbicida está relacionada ao estágio da planta voluntária, sendo maior, para estágios menos desenvolvidos; 2Quando for utilizada a soja Cultivance; 3Controle pode ser baixo dependendo da dose e do estágio de aplicação.
Tabela 1: Situações hipotéticas de cultivo e sugestões de herbicidas para manejo de plantas voluntárias de milho e soja em função da tolerância a herbicidas. Passo Fundo-RS, 2016. 1A eficácia do herbicida está relacionada ao estágio da planta voluntária, sendo maior, para estágios menos desenvolvidos; 2Quando for utilizada a soja Cultivance; 3Controle pode ser baixo dependendo da dose e do estágio de aplicação.
Tabela 1: Situações hipotéticas de cultivo e sugestões de herbicidas para manejo de plantas voluntárias de milho e soja em função da tolerância a herbicidas. Passo Fundo-RS, 2016. 1A eficácia do herbicida está relacionada ao estágio da planta voluntária, sendo maior, para estágios menos desenvolvidos; 2Quando for utilizada a soja Cultivance; 3Controle pode ser baixo dependendo da dose e do estágio de aplicação.
Tabela 1: Situações hipotéticas de cultivo e sugestões de herbicidas para manejo de plantas voluntárias de milho e soja em função da tolerância a herbicidas. Passo Fundo-RS, 2016. 1A eficácia do herbicida está relacionada ao estágio da planta voluntária, sendo maior, para estágios menos desenvolvidos; 2Quando for utilizada a soja Cultivance; 3Controle pode ser baixo dependendo da dose e do estágio de aplicação.
Tabela 1: Situações hipotéticas de cultivo e sugestões de herbicidas para manejo de plantas voluntárias de milho e soja em função da tolerância a herbicidas. Passo Fundo-RS, 2016. 1A eficácia do herbicida está relacionada ao estágio da planta voluntária, sendo maior, para estágios menos desenvolvidos; 2Quando for utilizada a soja Cultivance; 3Controle pode ser baixo dependendo da dose e do estágio de aplicação.
Tabela 1: Situações hipotéticas de cultivo e sugestões de herbicidas para manejo de plantas voluntárias de milho e soja em função da tolerância a herbicidas. Passo Fundo-RS, 2016. 1A eficácia do herbicida está relacionada ao estágio da planta voluntária, sendo maior, para estágios menos desenvolvidos; 2Quando for utilizada a soja Cultivance; 3Controle pode ser baixo dependendo da dose e do estágio de aplicação.
Tabela 1: Situações hipotéticas de cultivo e sugestões de herbicidas para manejo de plantas voluntárias de milho e soja em função da tolerância a herbicidas. Passo Fundo-RS, 2016. 1A eficácia do herbicida está relacionada ao estágio da planta voluntária, sendo maior, para estágios menos desenvolvidos; 2Quando for utilizada a soja Cultivance; 3Controle pode ser baixo dependendo da dose e do estágio de aplicação.
Tabela 1: Situações hipotéticas de cultivo e sugestões de herbicidas para manejo de plantas voluntárias de milho e soja em função da tolerância a herbicidas. Passo Fundo-RS, 2016. 1A eficácia do herbicida está relacionada ao estágio da planta voluntária, sendo maior, para estágios menos desenvolvidos; 2Quando for utilizada a soja Cultivance; 3Controle pode ser baixo dependendo da dose e do estágio de aplicação.
Tabela 1: Situações hipotéticas de cultivo e sugestões de herbicidas para manejo de plantas voluntárias de milho e soja em função da tolerância a herbicidas. Passo Fundo-RS, 2016. 1A eficácia do herbicida está relacionada ao estágio da planta voluntária, sendo maior, para estágios menos desenvolvidos; 2Quando for utilizada a soja Cultivance; 3Controle pode ser baixo dependendo da dose e do estágio de aplicação.
Tabela 1: Situações hipotéticas de cultivo e sugestões de herbicidas para manejo de plantas voluntárias de milho e soja em função da tolerância a herbicidas. Passo Fundo-RS, 2016. 1A eficácia do herbicida está relacionada ao estágio da planta voluntária, sendo maior, para estágios menos desenvolvidos; 2Quando for utilizada a soja Cultivance; 3Controle pode ser baixo dependendo da dose e do estágio de aplicação.
Tabela 1: Situações hipotéticas de cultivo e sugestões de herbicidas para manejo de plantas voluntárias de milho e soja em função da tolerância a herbicidas. Passo Fundo-RS, 2016. 1A eficácia do herbicida está relacionada ao estágio da planta voluntária, sendo maior, para estágios menos desenvolvidos; 2Quando for utilizada a soja Cultivance; 3Controle pode ser baixo dependendo da dose e do estágio de aplicação.
Tabela 1: Situações hipotéticas de cultivo e sugestões de herbicidas para manejo de plantas voluntárias de milho e soja em função da tolerância a herbicidas. Passo Fundo-RS, 2016. 1A eficácia do herbicida está relacionada ao estágio da planta voluntária, sendo maior, para estágios menos desenvolvidos; 2Quando for utilizada a soja Cultivance; 3Controle pode ser baixo dependendo da dose e do estágio de aplicação.
Tabela 1: Situações hipotéticas de cultivo e sugestões de herbicidas para manejo de plantas voluntárias de milho e soja em função da tolerância a herbicidas. Passo Fundo-RS, 2016. 1A eficácia do herbicida está relacionada ao estágio da planta voluntária, sendo maior, para estágios menos desenvolvidos; 2Quando for utilizada a soja Cultivance; 3Controle pode ser baixo dependendo da dose e do estágio de aplicação.
Tabela 1: Situações hipotéticas de cultivo e sugestões de herbicidas para manejo de plantas voluntárias de milho e soja em função da tolerância a herbicidas. Passo Fundo-RS, 2016. 1A eficácia do herbicida está relacionada ao estágio da planta voluntária, sendo maior, para estágios menos desenvolvidos; 2Quando for utilizada a soja Cultivance; 3Controle pode ser baixo dependendo da dose e do estágio de aplicação.


Cristiano Piasecki, Joanei Cechin, Dirceu Agostinetto e Leandro Vargas, UFPEL/Embrapa Trigo


Artigo publicado na edição 213 da Cultivar Grandes Culturas.

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