Como manter a fisiologia das plantas saudável? | Grupo Cultivar

Como manter a fisiologia das plantas saudável?

A safra brasileira de grãos 2017-2018 deve alcançar mais de 227 toneladas, segundo estimativas da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e a área, em hectares, deve ultrapassar 61 milhões. Isso mostra que somos responsáveis por um grande volume do fornecimento de grãos para o mundo todo e, portanto, precisamos entregar uma produção saudável, rentável e com boa durabilidade, devido as demandas de transporte e estocagem.

Para que todo esse mercado possa ser atendido de forma eficiente é necessário que pesquisas agronômicas e inovações para o setor estejam continuamente sendo desenvolvidas e implantadas de forma fácil, colaborando cada vez mais para o desenvolvimento do agricultor brasileiro.

Para algumas culturas específicas, como soja, feijão, algodão e milho, é de vital importância construirmos uma relação de confiança com a base da cadeia produtiva, onde as soluções voltadas para fisiologia e nutrição vegetal possam atender as demandas e oferecer resultados concretos de produtividade. Segundo Rodrigo Campos, gerente de marketing da Fast Agro, as safras dessas quatro culturas representam, além do nosso abastecimento interno, uma grande parcela do nosso PIB (Produto Interno Bruto), pois são produtos base para outras indústrias, como óleos, vestuário e ração animal.

Entretanto, como manter a fisiologia das plantas 100% saudável? A solução é oferecer produtos com um grande aparato de tecnologia, pesquisa e capital humano capacitado, que se proponha a garantir plantas e safra saudáveis, além de condições favoráveis para a natureza, sem impacto ao solo e a água.

Recursos como esses, que são limitados, precisam de soluções confiáveis e comprovadas, pois a evolução da agronomia nacional já nos demonstrou que se formos negligentes com nossos recursos mais básicos, estaremos destinados a pagar um alto preço por nossa falta de responsabilidade com o meio ambiente.

O potencial brasileiro da agricultura dessas safras nos possibilita que as soluções baseadas em pesquisas, que são desenvolvidas continuamente, possam oferecer um custo benefício cada vez menor aos produtores, sem impactar no preço final do produto, gerando toda uma cadeia cada vez mais atrativa.

Por fim, destaco que as pesquisas precisam responder as necessidades dos mercados envolvidos. Por exemplo, garantir que as fibras do algodão sejam resistentes para a indústria têxtil, a soja se desenvolva mantendo suas propriedades nutricionais e o milho apresente bom rendimento de grãos na espiga. Acho que é o momento de repensar quanto você tem apostado em novas tecnologias e pesquisas.


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Por Rodrigo Campos, Gerente de Marketing da Fast Agro, empresa focada no desenvolvimento de soluções para a fisiologia das plantas