Teste de campo com trator H125 da LS Tractor na cultura do arroz

Acompanhamos o trator H125 da LS Tractor, com transmissão mecânica, nas aplicações na cultura de arroz irrigado, atividade em que este modelo da LS Tractor está ganhando terreno graças a características como resistência e agilidade

o arroz é considerado alimento básico no mundo e, em área cultivada, somente é superado pelo trigo, sendo a Ásia a região onde se concentra em torno de 90% da produção. Do restante que é produzido fora da Ásia, o Brasil individualmente é o maior produtor. Seu suprimento anual alcança, em média, 12 milhões de toneladas de arroz em casca, o que representa em torno de 1,5% da produção mundial. Como alimento presente na mesa de todas as regiões brasileiras, a maioria da produção é utilizada no consumo interno, com pequena proporção destinada à exportação.
No Brasil, todo o ano são semeados aproximadamente dois milhões de hectares, sendo a maioria, cerca de 88% da produção, em regime de irrigação por inundação. Embora a produtividade média esteja em aproximadamente 6.000kg/ha, quando se trata de sistemas com irrigação chega-se facilmente a patamares próximos às dez toneladas por hectare. A região Sul, principalmente Rio Grande do Sul e Santa Catarina, produz três quartos da produção nacional, geralmente de alta qualidade e bastante aceita pelos mercados nacional e mundial.
Por toda esta importância quisemos orientar o teste desta edição especificamente para esta cultura e em uma condição representativa para aproximadamente 25 mil produtores rurais que se especializaram neste cultivo, sua tecnologia e com uso intenso de mecanização.


Atualmente, há vários sistemas de produção de arroz irrigado em prática pelos produtores rurais da região Sul. O primeiro deles é um sistema convencional em que são construídas estruturas de retenção da água de irrigação, denominadas taipas ou marachas, sendo as mesmas construídas em nível para que possam formar um contorno em cotas iguais. Com este sistema, torna-se difícil controlar a principal planta invasora, o arroz-vermelho. Portanto, para diminuir a incidência do arroz vermelho, o produtor se vê obrigado a não repetir as áreas com a mesma cultura, sendo forçado a abandoná-las temporariamente, gerando rotação da cultura na área, estabelecendo o que se denomina cortes. Sendo assim, neste sistema o produtor divide a lavoura em talhões, ou cortes, e produz alternadamente ano a ano, em um e outro talhão, intercalando com soja ou pastagens. 
O segundo sistema é do arroz pré-germinado, em que, basicamente, a semente é colocada na área já irrigada com o processo de germinação já iniciado. Este sistema é bastante praticado, e obriga a um melhor nivelamento da área, em geral no sistema de quadros, onde com sistematização se fazem cortes e aterros, formando talhões geometricamente regulares, contornados por uma taipa mais alta, denominada ronda. Tem como vantagem o melhor controle da planta invasora, mas como desvantagens o aumento dos custos de instalação e um intenso trabalho envolvendo mão de obra e equipamentos.
Por último, o sistema de plantio direto, ou cultivo mínimo, que somente pôde ser viabilizado pela entrada do arroz do tipo mutagênico. Neste sistema a semeadura é feita com a mínima mobilização do solo, para evitar que as sementes de plantas invasoras sejam colocadas em condições de emergência.

Nosso teste na lavoura de arroz

Para contextualizar o teste, em uma área típica arrozeira, fomos até a Fazenda Figueira da Timbaúva, no município de Barra do Ribeiro, leste do Rio Grande do Sul, em uma área arrendada para a família Ribeiro, cliente LS a partir da aquisição de um trator LS H125. Nos esperava o senhor Nazareno Ribeiro Filho, produtor rural de 42 anos. De fala fácil e muito comunicativo, nos contou que herdou a vocação do campo de seu pai, que sempre foi conhecido como seu Leno, por isto ele, além da profissão e da atividade, passou a ser conhecido como Leninho. Com o seu pai já falecido, a parceria passou a ser com sua mãe e dois irmãos, um que é estudante do curso de Agronomia na Ulbra, em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, e outro irmão que trabalha na cidade. O município de Barra do Ribeiro teve seus antepassados como precursores e primeiros habitantes.
Leninho, sua esposa e uma filha de nove anos moram na fazenda desde sempre. A filha estuda na cidade e todo o dia pega o transporte para a escola e à tarde está em casa. A rotina é, portanto, a agricultura. Inclusive nos contou que em determinados momentos a esposa ajuda na lavoura, trabalhando com ele nos tratores.
A família é natural da Barra do Ribeiro e a atividade de arrendatário se iniciou com o avô, há décadas. A área utilizada pela família Ribeiro dentro da Fazenda é de 360 hectares, sendo que anualmente se cultivam 150 hectares de arroz e o restante com soja. Leninho nos contou que a família produzia arroz no sistema convencional com o uso de intensa mobilização do solo, em um esquema que proporcionava quatro cortes para a utilização e o pousio. Depois, a família adotou o sistema de arroz pré-germinado, mas como o problema com o arroz vermelho persistia, adotou o sistema de plantio direto, com a alternância da soja e do arroz. Lembra, ainda, que no sistema pré-germinado trabalhava-se muito mais, sendo necessário agora menos horas de máquina e mão de obra e a produtividade por área manteve-se. 

O plantio sobre taipas é uma das atividades desenvolvidas com o H125

Atualmente usa a semente Irga 424 e não amplia a área com arroz, porque tem limitação da água para irrigação. A sua produtividade nas áreas de soja é considerada alta para a região, atingindo ao redor de 58 sacos de média do ano anterior por hectare e no arroz em média de 160 sacos por hectare.
Em setembro, ele realiza o dessecamento, deixando agir o herbicida. No verão faz outra dessecação e constrói as taipas para que, em seguida, ocorra a semeadura, de preferência, e se o clima permitir, iniciando em outubro. Utiliza-se para o arroz uma semeadura Tatu Marchesan de 19 linhas e espaçamento de 15cm. A semeadura da soja, igualmente em plantio direto, é feita com espaçamento de 45cm utilizando-se uma semeadora marca Massey Ferguson, modelo MF 510 L45 com depósito de inoculantes Micron Combat. Neste reservatório o produtor coloca o inoculante, o cobalto e o molibdênio. O grafite para melhorar o fluxo das sementes é colocado diretamente no depósito de sementes.
Durante um dia, acompanhamos os trabalhos que o produtor realiza, entre atividades nas áreas de arroz e onde está realizando rotação com soja. A semeadura da soja estava sendo realizada com o trator LS H125 a 2.000rpm em 2ª marcha. A dose de fertilizantes foi de 200kg/ha de MAP e de 12 a 14 sementes por metro, devido à semeadura tardia, pois, em outubro, a taxa era de oito a dez sementes por metro. Embora no arroz a capacidade operacional seja menor pela presença das taipas, com o conjunto ele chega a semear 14 hectares por dia.
Quando ocorreu a nossa visita, o arroz estava emergindo, com dez dias após a semeadura. O sistema utilizado prevê a construção das taipas antes da semeadura, assim o trator e a semeadora têm que passar por cima destas estruturas, exigindo da semeadora uma boa articulação e do trator, resistência mecânica. Depois da semeadura em aproximadamente 30 dias são aplicados um herbicida e a ureia, posteriormente entra-se com a água de irrigação. Todas as pulverizações são feitas com um pulverizador Jacto modelo Columbia de dois mil litros de capacidade. 

O modelo H125 mecânico está ganhando força nas lavouras de arroz irrigado

Embora seja um produtor tradicional, Leninho é muito afeito a novas tecnologias e acredita firmemente que no futuro próximo os drones possam ser normalmente utilizados em áreas como a que ele produz. Ele imagina que um equipamento como este possa ajudar o produtor a marcar as taipas, aplicar produtos fitossanitários em taipas e na área geral de forma autônoma. Com tecnologia já existente, ele poderia mapear a área e depois fazer o trabalho de pulverização sem a intervenção e contato direto do homem com o produto, melhorando assim a segurança.
Tanto as áreas de plantio direto com soja, como com arroz se colhem em abril com duas colhedoras próprias, uma MF 5650 e outra New Holland 4040. A particularidade é que a colheita das áreas de arroz é feita com a máquina equipada com esteira, o que provoca uma grande mobilização do terreno. Em seguida desmancham-se as taipas e faz-se uma operação de gradagem, para nivelamento. Quando o clima permite é feito um preparo da superfície do solo no inverno ou na primavera. 
Atualmente, na sua opinião, a grande dificuldade do produtor de arroz é o preço de comercialização, que, além de baixo, oscila a cada ano. Além disso, o preço dos insumos que são tão caros, como os da soja, inviabiliza uma segurança para investir. Outro problema sério, no seu entender, é a resistência da buva (Conyza spp), que nos últimos anos tem tirado o sono de muitos produtores. Após 12 a 13 anos cultivando em plantio direto, as vantagens de produzir atualmente são todas relacionadas ao conforto e ao trabalho menos rude. Hoje são comuns os tratores cabinados e o abastecimento das semeadoras, que - antes, obrigava o manuseio de produto ensacado, exigindo muita mão de obra - se faz com guincho e bag. Também destacou os defensivos modernos. 
Lembrando como a família se tornou cliente LS, Leninho contou que tudo aconteceu por que eram clientes de consórcio LS. Eles tinham cinco tratores, um Ford 7830, um Santa Matilde bastante antigo, um Ford 4630, um MF 297 e necessitavam de outro trator. Adquiriram um consórcio de um LS 80 e, em seguida, apareceu a possibilidade de adquirir outro consórcio já contemplado e foi o que se proporcionou para a compra do LS H125.
Como o trator chegou recentemente, ele foi utilizado somente com a grade de discos, com a entaipadora marca Jacuí de base larga de dez discos e agora na semeadura da soja, totalizando atualmente 300 horas de trabalho.

O trator LS H125

A série H da LS Tractor do Brasil foi lançada recentemente e é a que reúne os maiores modelos da marca, o H 125 de 128cv e o H145, de 145cv. São tratores desenvolvidos para o mercado brasileiro e comercializados, além do Brasil, para países da América e da África. 
O motor que equipa ambos os modelos da Série H é da marca Perkins, modelo 1104D-E44TA, com quatro cilindros, 4.400cm3, 16 válvulas, com turbo e intercooler. A potência máxima do H125 é de 128cv a uma rotação de 2.200rpm. O torque máximo é de 560Nm e ocorre a 1.400rpm. 

O H125 tem motor Perkins de quatro cilindros com 128cv de potência

O trator que foi adquirido com especificações para o arroz irrigado tem uma transmissão mecânica sincronizada aliada a um inversor mecânico, que é o padrão para este modelo, denominado Synchro Shuttle, que possibilita 12 velocidades para frente e à ré. A combinação se faz com uma alavanca de marchas com quatro posições no console da direita e outra alavanca de três posições referente aos grupos (L, M, H). O inversor mecânico, neste caso, está instalado no painel frontal ao lado esquerdo do volante. O sistema de reversão do movimento é uma necessidade no arroz, pois muitas vezes há que se manobrar em espaços reduzidos. As alternativas que poderiam ser escolhidas para este modelo seriam adicionar uma super-redução (Creeper), o que incrementa para 20 marchas à frente e à ré ou adquirir o modelo com a transmissão opcional, denominada Power Shuttle, com um inversor acionado de forma hidráulica, o que possibilita 24 marchas à frente e 24 à ré, e se for adicionado o super-redutor, alcança 40 velocidades nos dois sentidos, frente e ré. Nesta versão, além de fácil acionamento o reversor pode ser configurado para variar o tempo de reação da reversão, assim, nas manobras mais rápidas o tempo de reação pode ser diminuído. Ele está colocado no lado esquerdo da coluna da direção e pode ser acionado com apenas um dedo. O produtor explicou que na produção de arroz, pelo uso intenso e as condições difíceis, as transmissões mecânicas são as preferidas, além de ser uma tradição comprar tratores o mais mecânico possível.
Uma das novidades que trouxe este modelo é o sistema Cruise Control. Com ele é possível realizar um controle da velocidade angular (rotação) do motor, escolhendo duas opções de rotação do motor, uma para o trabalho e outra para manobra. Uma vez que o usuário fizer o pré-ajuste com um simples toque no seletor do Cruise control o motor adotará uma das velocidades pré-ajustadas, para operação ou para manobra. Com isto, haverá um ganho de economia de combustível, maior conforto do operador e maior eficiência na operação. 

O modelo H125 é utilizado em todas as etapas no cultivo de arroz irrigado

A Tomada de Potência (TDP) é do tipo independente, com acionamento por um interruptor e proporciona duas velocidades angulares de 540rpm e 1.000rpm. A rotação de 1.000rpm é utilizada como uma rotação super econômica de 540 rpm, para operações que exigem pouca demanda de torque.
Quanto ao sistema hidráulico de três pontos que é da categoria II, ele se baseia em uma bomba de engrenagens. A vazão máxima é de 112 litros por minuto e a pressão máxima chega a 170bar. O acionamento é convencional com as duas alavancas, uma de posição e outra de ajuste da profundidade. A capacidade de levantamento máximo dos braços inferiores do sistema hidráulico de três pontos é de 4.800kgf na rótula, podendo chegar até 5.500kgf se o cliente assim escolher. 
O acionamento de implementos por controle remoto pode ser feito com as válvulas independentemente de estar utilizando o sistema de três pontos. Na versão standard são três válvulas e quatro como opcional, com possibilidade de o cliente escolher válvulas para uso com fluxo contínuo de óleo. A vazão máxima dos sistemas na versão standard é de 80 litros por minuto e 110 litros por minuto como opcional.
Destacado pelo produtor rural Leninho como um dos pontos fortes deste trator, o posto do condutor é realmente um diferencial deste modelo. Segundo ele, os tratores modernos equipados com cabine dão conforto e, portanto, qualidade de vida.
Para acessar a cabine, tanto pode-se subir e descer pelo lado esquerdo (convencional) como pelo lado direito, através de uma escada de três degraus. As portas são amplas e com boa abertura. Mas, sem dúvida, a melhor impressão é quando se senta no assento pneumático e se olha para a frente e para os lados, pois há uma enorme área visível, sem obstáculos à visão. Embora o motor seja de fluxo cruzado e, portanto, a admissão seja em lado contrário, o que faz com que os grandes tubos de tomada de ar no lado esquerdo e da descarga no lado direito fiquem escondidos atrás das colunas dianteiras da cabine. Algo incomum em outros tratores é a presença de uma escotilha, que serve de “teto solar”, que facilita a visualização da operação quando acoplados levantadores frontais (front loaders), fechada com uma cortina. O  assento com amortecimento pneumático é de série também na versão standard.

Com 40 marchas e inversor, o H125 facilitou as atividades do produtor

O modelo e o contexto do teste se referiam a um trator voltado para a área do arroz e, portanto, com especificação para atender operações em ambiente rústico e de máxima exigência. No entanto, há que se recordar que em qualquer versão, se o cliente desejar, pode-se equipar o modelo com as tecnologias oferecidas pela marca, que são a telemetria e o sistema de proteção eletrônica do motor. A telemetria pelo sistema desenvolvido e produzido pela empresa argentina Colven, facilita o acesso de informações do posicionamento do veículo e oferece outras informações operacionais. O sistema de monitoramento do motor informa o usuário sobre limites de temperatura do motor, pressão de óleo e tensão da bateria, podendo até, se assim configurado, emitir alertas ou até mesmo desligar o motor, quando esse estiver em situação que possa comprometer seus componentes.
O LS H125 tem um depósito de combustível diesel de 300 litros colocado por baixo da cabine e com bocal no lado esquerdo. Este trator que testamos é da versão arrozeira, por isto estava equipado com pneus Pirelli 14.9-28 PD22 no eixo dianteiro e Goodyear 23.1-30 Superarrozeiro na traseira. Na parte frontal havia um lastro compreendido pelo suporte de 110kg mais 16 placas de 40kg cada. Os pneus arrozeiros não tão necessários na operação de semeadura em plantio direto são fundamentais em operações de preparo do solo e para lugares úmidos.

Parceiros de trabalho

O teste foi realizado na fazenda Figueira da Timbaúva, em Barra do Ribeiro (RS)

A experiência de passar o dia com este produtor e com a equipe da Globalmac foi muito interessante. O produtor Leninho é bem comunicativo e o seu sistema de produção muito interessante. Também gostamos de saber que além do trabalho intenso, das 6h até o anoitecer, o produtor ainda pratica um esporte bem relacionado com a rotina de trabalho rural, que é a participação em rodeios, tiros de laço e que gosta muito de montar a cavalo. Estavam participando da semeadura um produtor rural, vizinho da propriedade, senhor Renan Pires da Costa, que estabelece parceria e troca de serviços com a família Ribeiro. Também o senhor Carlos Salazar, morador de Barra do Ribeiro que trabalhava como auxiliar no dia dos testes.
Por último, uma menção de quem está há muitos anos realizando estes testes de campo, nas mais diferentes regiões do País e com diferentes fabricantes. É impressionante o espírito de equipe tanto do corpo técnico da LS, como o que se transmitiu às equipes das concessionárias. Talvez o sucesso desta marca e o seu crescimento no nosso país estejam no resgate deste valor, que em muitas empresas já se perdeu, ficando apenas do profissionalismo, sem o entusiasmo pela marca e pelo trabalho com o produtor e suas atividades. Estão de parabéns todos os envolvidos. Representando o fabricante e a concessionária estavam o senhor Cesar Scartezini, consultor de Vendas da unidade de Barra do Ribeiro, e o senhor José Antônio Cabreira, gerente da filial de Barra do Ribeiro.

Com a palavra, o cliente

Nazareno Ribeiro Filho, produtor de arroz

O cliente elogiou muito a manobrabilidade do trator, mencionando que ele tem “jogo” e exemplificando com a operação de construção de taipa com o equipamento denominado entaipadora, com dez discos de 20 polegadas, na qual o LS trabalhou, ressaltando que ele suporta fazer as curvas e não atravessa, obedecendo a direção. Em questão de consumo o trator LS H145 trouxe outra vantagem, que é de ser muito mais econômico que o que era usado antes.
Ao final do dia de trabalho perguntamos quais teriam sido as razões para a aquisição do trator LS H125. Com muita facilidade de expressão, ele mencionou a facilidade de negociação com a concessionária, que lhe pareceu muito simples e desburocratizada, como necessita um produtor com muita atividade como ele. Disse que, da marca, somente distinguia os modelos pequenos da LS e tampouco conhecia a Série H.
Quanto às vantagens que ele reconhece hoje, depois de comprar e utilizar o trator, menciona a proximidade e a agilidade da concessionária e a sua boa assistência técnica, ainda que o trator não tenha exigido nenhuma manutenção corretiva. Ele vê o trator como robusto, como se exige nas áreas de arroz e nas operações, as maiores vantagens são a facilidade nas manobras, a rapidez do funcionamento do sistema hidráulico e a capacidade de tração. Para exemplificar, ele comentou que logo que o trator chegou, para testá-lo, o colocou a tracionar uma grade de 56 discos da marca Tatu Marchesan, quando a recomendação era uma grade de 42 discos, sendo que o resultado do teste foi animador. Finalmente, ele até com um certo carinho disse que a distribuição de peso é tão boa que o trator trabalha “quieto”.
Embora este trator tenha chegado este ano na propriedade e tenha sido utilizado em apenas 300 horas, Leninho notou melhoria depois do período de amaciamento, registrando que não consome mais óleo e o desempenho melhorou.
Por fim, disse que o seu operador gosta muito do veículo e a família já tem plano de aquisição de mais um trator da marca, agora um LS Plus 80 para trabalhar com o pulverizador. Atualmente, o LS H125 é o maior trator da propriedade.

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José Fernando Schlosser e Leonardo Casali

Laboratório de Agrotecnologia Núcleo de Ensaios de Máquinas Agrícolas/UFSM

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