Caderno Técnico Soja Parte 2: Via dupla

  • Página 63 |
  • Jul 2019 |
  • Valtemir Carlin, Agrodinâmica, MT

Ao mesmo tempo em que a soja experimenta rápido crescimento do teto produtivo no Brasil, desafios fitossanitários crescem em velocidade proporcional. É o caso do aumento da pressão de doenças foliares em regiões produtoras como o sudoeste do Mato Grosso. 

A ferrugem da soja (Phakopsora pachyrhizi) está presente no Mato Grosso desde a safra 2002/2003. Nestas 17 safras, houve muitos aprendizados. Fatores como grandes extensões de soja como hospedeiro preferencial, ambiente tropical com alta umidade e molhamento foliar prolongado; temperatura adequada, períodos chuvosos dificultando as aplicações de fungicidas e um patógeno que se multiplica a taxas explosivas fizeram com que a ferrugem encontrasse no Brasil um dos melhores locais do mundo para se propagar e causar grandes danos. Como se isso não bastasse, as ferramentas de manejo para essa doença se fundamentam basicamente no controle químico e no escape, visto que praticamente não há resistência genética e outras ferramentas de manejo efetivas.

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