Combate eficaz de viroses em milho

  • Página 12 |
  • Jul 2021 |
  • Marcos Cesar Gonçalves, Instituto Biológico (IB); Aildson Pereira Duarte, Instituto Agronômico (IAC)

Além da cigarrinha-do-milho, os pulgões e também variantes mais severas de vírus já conhecidos têm tirado o sossego dos produtores de milho. É preciso estar atento para não confundir os sintomas, nem as ações de manejo.


Muito se tem falado sobre a cigarrinha-do-milho, que é o vetor dos patógenos responsáveis pelo enfezamento do milho. No linguajar comum do campo, a “doença da cigarrinha” está trazendo muitos prejuízos na maioria das regiões produtoras e é preciso combatê-la de forma eficaz.

O objetivo deste artigo é ampliar a abordagem dos agentes causais e dos vetores dos sintomas que estão sendo tratados como “enfezamento” que, na verdade, incluem também as viroses. Parte dos sintomas observados no campo, por não terem o mesmo agente causal, é diferente daqueles clássicos, mostrados nas publicações sobre a cultura do milho. Isso se deve ao aumento da ocorrência das viroses, sendo algumas transmitidas pela própria cigarrinha e outras pelo pulgão do milho. Soma-se a este fato o surgimento de novas variantes mais severas de vírus conhecidos, como, por exemplo, o mosaico comum do milho, ou Sugarcane mosaic virus.

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