Como controlar

  • Página 32 |
  • Set 2019 |
  • Cecilia Czepak, UFG/Brasil; Wee Tek Tay, CSIRO/Austrália; Michael Otim, NARO/África; Sergio R. Roy, Karina C. A. Godinho, Vinicius Magalhães e Karin F.S. Collier, UFG/Brasil

Integrar medidas de controle é o caminho para reduzir o potencial de dano e minimizar os prejuízos de Spodoptera frugiperda. A compreensão dos fluxos migratórios da praga, bem como a sua capacidade de evoluir para a resistência, exige que os produtores adotem práticas cooperativas, com uma visão global que extrapole o mero manejo na propriedade.

O manejo começa pela identificação correta de Spodoptera frugiperda, e seu monitoramento deve ocorrer antes, durante e depois do estabelecimento da cultura.

Antes do estabelecimento da cultura, recomenda-se realizar pontos de amostragens no pré-plantio. Para tanto, geralmente são feitos dez pontos por talhão de 100ha, marcando-se uma área de 1m2 e nela se faz uma vistoria, quantificando-se a presença de larvas e pupas na superfície e até 10cm de profundidade. Neste monitoramento, também são contados inimigos naturais, como tesourinhas, carabídeos, entre outros. A presença de lagartas e pupas no solo e também o número de inimigos naturais podem ser indicativos para a tomada de decisão com relação às táticas de controle a serem utilizadas naquele momento.

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Matérias da Edição:
  1. Página 14

    Agentes aliados

  2. Página 18

    Custo de tratar

  3. Página 22

    Eficácia otimizada

  4. Página 30

    Alvos agrícolas

  5. Página 38

    Alvo monitorado

  6. Página 41

    Futuro semeado

  7. Página 42

    Mofo disseminado

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