Controle da vassourinha-de-botão em soja

  • Página 32 |
  • Set 2021 |
  • Dieimisson Paulo Almeida, Instituto de Ciência e Tecnologia Comigo; Eduardo Moreira Barros, Lollo Agronegócios; Paulo César Timossi, Universidade Federal de Jataí

De que modo podem ser prevenidas as perdas pela vassourinha-de-botão (Spermacoce verticillata), planta daninha de difícil controle que chegou às lavouras de soja do Sudoeste goiano e tem potencial para impactar negativamente tanto a produtividade como os custos de produção.

Em cultivos de culturas graníferas na região Sudoeste de Goiás, o sistema agrícola predominante é o de sucessão, sendo a soja (1ª safra) e o milho ou o sorgo (2ª safra) semeados em plantio direto. Ainda, em boa parte da região, nas áreas cultivadas para produção de grãos, o método de controle de plantas daninhas mais empregado é o químico, por meio de herbicidas, aplicados tanto na dessecação das plantas daninhas em pré-semeadura de culturas graníferas quanto na pós-emergência da cultura e/ou da comunidade infestante. 

Vale a pena salientar que o sistema agrícola por si tem o potencial de selecionar plantas daninhas tolerantes ou resistentes a herbicidas. Mas aí fica a pergunta: O que leva a seleção de espécies tolerantes ou resistentes a herbicidas? A resposta é simples e clara: aplicações frequentes de um mesmo herbicida ou de herbicidas diferentes que, no entanto, possuem o mesmo mecanismo de ação. Portanto, para manejar ou controlar plantas-daninhas tolerantes ou resistentes a herbicidas é necessário o conhecimento desde os conceitos técnicos inerentes à tolerância e à resistência de plantas daninhas até o sistema de produção agrícola em cada área.

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