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Albaugh abre laboratório de inovação e pesquisa e amplia oferta de soluções ao mercado de agroquímicos pós-patente

Depois de inaugurar uma planta para produzir herbicidas em sua unidade de Resende (RJ), a Albaugh anuncia a abertura de um novo laboratório de Inovação, Pesquisa & Desenvolvimento. O centro de pesquisas, voltado a agroquímicos pós-patente, é parte de um plano de investimentos de R$ 100 milhões, previsto para os próximos anos, e será dedicado à modernização de formulações, além do desenvolvimento de soluções customizadas ao campo.

“Temos foco no desenvolvimento de rotas de síntese alternativas, de maneira a entregar ao mercado o acesso e a melhor relação custo-benefício na utilização de moléculas pós-patentes”, resume Rodrigo Marques, diretor industrial da Albaugh Brasil.

“Formulações desenvolvidas sob medida fazem a diferença no momento de o agricultor realizar a aplicação, tornando-a mais segura, agronomicamente efetiva e com melhor relação custo-benefício”, continua Marques. Segundo ele, cerca de 10 profissionais de Pesquisa & Desenvolvimento serão contratados para atuar no laboratório.

Marques adianta ainda que o laboratório recebeu capacitação tecnológica para pesquisar soluções customizadas voltadas ao agricultor e à agricultura brasileiros. “Estamos num país tropical, com grande complexidade atrelada a variedades de cultivo, solo e clima. O objetivo da Albaugh é conhecer em profundidade particularidades do ecossistema brasileiro, com vistas a atender com excelência às demandas atuais e futuras do agronegócio.”

Além de demandas específicas do Brasil, adianta Rodrigo Marques, o novo laboratório absorverá em breve a demandas específicas de outros países nos quais a Albaugh mantém unidades de negócios, na América do Sul, América do Norte e Europa. “Resende será polo da empresa para projetos globais de inovação”, afirma o executivo.

De acordo com a empresa, o novo laboratório oferecerá ainda suporte ao processo de produção da linha Albaugh na unidade industrial de Resende. A planta detém a maior capacidade instalada na América Latina para produzir fungicidas à base de cobre, os chamados multissítios. Estes produtos têm sido largamente empregados, por exemplo, na prática do manejo de resistência de pragas, como a ferrugem da soja, aos fungicidas sistêmicos.

Outra justificativa para o investimento no laboratório, segundo informa o presidente da companhia no Brasil, Cesar Rojas, está ligada à estratégia central de negócios da empresa no País e no mundo: fornecer agroquímicos pós-patente de qualidade superior. “Esses produtos constituem ferramentas estratégicas à mão do agricultor que busca melhor relação custo-benefício na safra, sobretudo nas culturas de maior relevância econômica, como soja, milho, algodão, citros e cana-de-açúcar”, conclui Rojas.

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