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Cafezal com raízes protegidas produz mais e com mais qualidade

Com o Furatrop, o mais novo bionematicida da Biotrop, os cafeicultores conseguem reduzir as perdas pelos nematoides, reequilibrar o solo e aumentar a rentabilidade da lavoura.

Os nematoides são um desafio constante na vida do produtor brasileiro. No café isso não é diferente. Nesta cultura são encontrados principalmente os do gênero Meloidogyne. Essas infestações no cafezal causam danos expressivos principalmente quando ocorrem em solos arenosos, com baixa fertilidade e deficiência hídrica. Os efeitos são diversos, conforme explica o representante de vendas da Biotrop, Gustavo Romero: “as plantas ficam com tamanho desigual, formando reboleiras na cultura. As folhas podem ficar com coloração anormal, cloróticas, semelhante a sintomas de deficiência nutricional. Resulta na diminuição da produção, muitas vezes inviabilizando o cultivo”.

Uma solução para este problema é proteger as raízes e reestabelecer o equilíbrio e a saúde do solo. Este é exatamente um dos focos da ferramenta recém lançada pela Biotrop - o Furatrop, um bionematicida, que tem como grande diferencial a velocidade de ação no solo. Ao combinar a tecnologia japonesa Hayai e uma cepa de eficiência (2657) de Bacillus subtilis, o produto age rápido, entregando resultados superiores no controle de nematoides e aumentando a rentabilidade das lavouras.

A bactéria presente no produto age de três maneiras diferentes no cafezal. A primeira é por meio de antiobiose, atuando diretamente sobre os nematoides (por exemplo atuando sobre a parede celular do verme). A segunda forma é por competição, formando um biofilme protetor nas raízes das plantas que desorienta os nematoides e forma uma barreira física que evita que cheguem às raízes. Por fim, atua na indução de defesa das plantas, tornando-as mais resistentes. “O Furatrop protege a raiz quando a bactéria coloniza a rizosfera, confundindo os vermes”, aponta o especialista.

Solo é poupança verde

O solo é um dos principais pilares na condução de qualquer cultura e ele é apontado por Romero como o maior patrimônio do cafeicultor. “Um solo bem nutrido, com matéria orgânica, biota favorecida com produtos biológicos faz toda a diferença. O ganho de se usar um produto como o Furatrop é um solo saudável e assim a planta responde em produção”, completa.

O efeito do Furatrop sobre a rizosfera permite a ampliação do volume de solo explorado pelas plantas, o que melhora a ancoragem, a absorção de água e nutrientes e compensa eventuais danos causados por estresses e outros fitopatógenos.

Em comparativos, pôde-se observar a diferença no desenvolvimento radicular e proteção da planta desde sua emergência, apresentando maior volume de raízes e radicelas, sem danos de nematoides desde as primeiras emissões de raízes.

A cepa 2657 de Bacillus subtilis

A cepa de Bacillus subtilis do Furatrop é alvo de estudos científicos há mais de 20 anos. O respaldo técnico foi fundamental na escolha da cepa para o Furatrop, com objetivo de manejar fitonematoides, combinando a produção massiva de biofilme, a ação de enzimas e antibióticos sobre os patógenos e a ativação de mecanismos de defesa da própria planta. Há uma rápida ativação dos endósporos em bactérias ativas, maior durabilidade delas ao longo do tempo e consequentemente ampla proteção logo no início do desenvolvimento radicular.

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