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CNH Industrial apresenta tecnologias e serviços em máquinas que estão mudando o dia a dia no campo

Eficiência na gestão da lavoura, melhor gerenciamento das máquinas no campo, redução de custos, ganho de tempo e aumento de produtividade são algumas das vantagens da conectividade no mundo agrícola – e é só o começo. Essa foi a abordagem da palestra do diretor responsável pela unidade de negócios de Soluções de Precisão e Telemática da CNH Industrial para a América Latina, Gregory Riordan, no 14º Fórum SAE Brasil de Tecnologia de Motores Diesel, realizado na última terça-feira (22/8), em Curitiba (PR). 

A tecnologia aplicada à mecanização agrícola é a solução para garantir os resultados esperados para os próximos anos, diante da crescente demanda mundial de alimentos. Assim, trabalhar a autonomia e conectividade como conceitos relacionados é parte importante desse processo.

No painel Conectividade, o profissional falou sobre as ferramentas utilizadas no campo e reforçou que os dados são os grandes alicerces das empresas para levantar informações e, consequentemente, criar conhecimento. Segundo ele, essa base cresce expressivamente. “Até 2015, nós geramos 10% de todos os dados do planeta. De lá para cá, nos últimos dois anos, já geramos os outros 90%, confirmando um crescimento exponencial ”, afirma Gregory.

Um dos exemplos citados pelo executivo foi a colhedora de cana A8800, da marca Case IH, desenvolvida no Brasil e fabricada na unidade de Piracicaba. A colhedora, que por característica atua em um ambiente que demanda o máximo do equipamento, possui o monitoramento de mais de quarenta parâmetros de operação por meio do seu monitor. Segundo o diretor, com as informações geradas por esta máquina e o uso de ferramentas de “data analytics”, que estão em fase de avaliação, é possível prever com vários dias de antecedência uma falha que irá ocorrer, permitindo planejar antecipadamente a manutenção, e assim reduzir os custos de operação e aumentar a disponibilidade do equipamento.

Riordan também pontuou as oportunidades na área tecnológica para o agronegócio incluindo – diagnósticos, analytics, manutenção preventiva, suporte ao desenvolvimento de produto e serviços remotos. Além disso, ele reforçou que para o mercado consiga ter o melhor benefício dessa evolução deve-se melhorar a infraestrutura da conectividade no Brasil, em especial no campo, onde a cobertura é mais escassa.

“O campo se torna ano a ano um ambiente mais tecnológico. Precisamos agora que algumas coisas caminhem juntas, como a evolução da conectividade, a padronização das informações e a geração de novas ferramentas que transformem esses dados em conhecimento para a tomada de decisão, objetivando a otimização e eficiência”, conclui o diretor.

 


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