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Corteva promove iniciativa para acelerar agritechs em parceria com a Embrapa

A terceira edição do programa Pontes para Inovação, uma parceria da Corteva Agriscience com a Embrapa, grandes indústrias do agro e investidores para acelerar agritechs, está com inscrições prorrogadas até 3 de novembro. Podem participar empresas de base tecnológica do setor agropecuário que utilizem tecnologias da Embrapa ou almejem crescer com adoção de tecnologias da Embrapa. As novidades da 3ª edição são a integração com outras iniciativas de inovação da Embrapa e os desafios elencados por parceiros do programa. 

 Além da Cedro Capital, que participa do programa desde a 1ª edição, também são parceiras algumas grandes indústrias do agronegócio e os investidores SP Ventures, Fundepar, NT Agro e 10b (Tarpon Investimentos/Circle Ventures). As aceleradoras Ace, Avance, Cotidiano, Darwin, FoodTech Hub, Plug and Play e StartSe, além da Sicredi, completam o time de parceiros da terceira edição.

As empresas interessadas em participar do Pontes para Inovação devem ter faturamento anual de até R$16 milhões. O programa tem quatro etapas: inscrição; qualificação das inscrições; seleção das finalistas; e apresentação das finalistas em Brasília (DF). A primeira edição da chamada, em 2017, contou com sete finalistas. Já em 2018 foram oito agritechs selecionadas para a fase final. As inscrições podem ser feitas por meio do portal.

As agritechs selecionadas poderão receber investimentos, serem convidadas a participar de programas de aceleração ou ainda serem contratadas para implementar suas soluções junto com os parceiros do programa.

Alguns desafios do setor agro foram elencados pelos parceiros do Pontes para Inovação, tais como:

·         Doenças e Pragas:  predição, monitoramento e controle de doenças, pragas e ervas daninhas;

·         Produtividade: modelos preditivos de produtividade;

·         Barter/Crédito: tecnologias para avaliar o risco de produção, financiar o produtor e integrar os diferentes fornecedores da cadeia do agro; 

·         E-commerce: plataformas B2B, B2C e/ou marketplaces para insumos agrícolas;

·         Rastreabilidade: rastreabilidade de produtos, da produção até a gôndola; entre outros desafios.

Os temas são apenas indicativos para as agritechs, mas não são utilizados como critério de avaliação. A chamada é aberta e as empresas poderão submeter qualquer tecnologia com potencial de gerar valor para o setor agropecuário.

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