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Fertiláqua inaugura laboratório para análise proteômica em sementes

O objetivo é obter maior segurança nos resultados dos produtos da companhia.

As sementes têm sistemas enzimáticos de proteção que as defendem das ações de radicais livres que quebram estruturas de membrana, proteínas, moléculas de DNA e RNA, entre outros, e que faz com que a semente perca a qualidade e acelere o envelhecimento.

Os produtos da linha Golden Seeds da Fertiláqua, um dos maiores grupos de nutrição, fisiologia de plantas e revitalização de solo, atuam na suplementação das sementes, estimulação vegetativa e reprodutiva. Por meio de testes fisiológicos – como de germinação, tetrazólio e envelhecimento acelerado – foi comprovada a eficiência das soluções da linha em aumentar o tempo de armazenamento, mantendo melhores níveis de vigor das sementes.

“Com os testes de análise química e fisiológica, tivemos a certeza da qualidade dos nossos produtos. Mas aí surgiu a dúvida do porquê e como isso acontece. E é aí que iniciamos a nova fase da pesquisa, no Laboratório de proteômica da Fertiláqua. Assim, será possível detectar em uma semente que foi tratada com Golden Seeds e outra sem esse tratamento, quais as enzimas estão sendo expressas, as ações que realizam, quanto há de proteína total, dentre outras informações, para assim ter mais assertividade do que o nosso produto oferece”, explica Aline Clemente, gerente do LAS da Fertiláqua.

O objetivo é ter maior segurança dos resultados das soluções para apresentar ao produtor. “Quando falarmos para o produtor que o nosso produto dá efeito no potencial de armazenamento, não será apenas com base no teste de germinação ou de envelhecimento acelerado; teremos outras provas científicas mais concretas e reconhecidas para dar maior garantia do que fazemos, mostrando que o produto ativa alguns sistemas enzimáticos responsáveis pela manutenção da qualidade das sementes ao longo do tempo”, esclarece.

Por meio dessas análises, é possível detectar variações da atividade de enzimas antioxidantes como catalase, esterases, superóxido dismutase, nos diferentes tratamentos, para aumentar o número dessas proteínas ou de uma determinada enzima e assim ter sementes com maior qualidade e com maior potencial de armazenamento.

“Somos uma das únicas empresas de nutrição do país que conta com laboratórios próprios e que entregam resultados da qualidade de sementes e com este nível de informação. As novas análises vêm agregar ainda mais, além de ser um diferencial da empresa, uma vez que essa tecnologia é utilizada somente por laboratórios de empresas públicas”, conclui a gerente.

 


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