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Grupo Syngenta apresenta resultados sólidos no primeiro trimestre de 2021

O Syngenta Group apresentou hoje resultados sólidos relativos ao 1º trimestre de 2021. As vendas nesse período foram de US$ 7.1 bilhões, 20% a mais do que o mesmo período em 2020. Isso corresponde a um crescimento de 18% a taxas de câmbio constantes (CER na sigla em inglês). O EBITDA do 1º trimestre aumentou 19% (29% no CER), equivalente a US$ 1.5 bilhões.

Após um forte desempenho no ano 2020, o Syngenta Group continuou sua forte trajetória de crescimento no primeiro trimestre. Todas as unidades de negócios apresentaram crescimento sobre uma ampla base, de dois dígitos. O EBITDA aumentou significativamente e a margem de EBITDA foi mantida com foco na eficiência operacional.

A tecnologia de ponta do Syngenta Group e o pipeline de P&D líder da indústria continuam a alimentar o crescimento. O negócio de produtos biológicos da empresa cresceu mais de 40% em comparação com o mesmo período do ano passado. Com a recente aquisição da Valagro, as vendas mais do que duplicaram.

O Syngenta Group China cresceu fortemente em todos os segmentos. O MAP triplicou as receitas para mais de US$ 280 milhões no 1º trimestre, facilitando o acesso dos agricultores às tecnologias e práticas mais recentes, aumentando sua rentabilidade. O ecossistema centrado no agricultor continuou a se expandir rapidamente na China, agora presente em mais de 365 localidades e em parceria com mais de 200 organizações, conectando agricultores, mercados e consumidores. As recentes aquisições de participação na empresa de alta tecnologia em Sementes.

Winall e da operação doméstica da Huifeng Bio Agriculture na China ajudaram a fortalecer ainda mais os negócios da empresa no país.

As sinergias do Grupo no trimestre cresceram 45% em relação ao ano anterior. Sinergias no Grupo seguiram avançando desde o ano passado, quando tivemos mais de US$ 400 milhões em vendas e mais de US$ 200 milhões em contribuição para o lucro. O mundo entrou em 2021 com uma relação estoque/utilização das principais commodities agrícolas menor do que em anos recentes. O consumo mais alto, em particular na China, apoia os preços mais altos dos grãos, o que beneficia a renda agrícola, que por sua vez sustenta a crescente demanda pelos produtos e soluções avançadas do Syngenta Group.

O CEO do Syngenta Group, Erik Fyrwald, disse: “O foco do Syngenta Group em trazer produtos e serviços inovadores e sustentáveis aos agricultores de todo o mundo nos permitiu continuar a acelerar nosso crescimento. Com nossa tecnologia de ponta e ferramentas digitais, estamos ajudando a transformar a agricultura para combater a mudança climática". O CFO do Syngenta Group, Chen Lichtenstein, disse: "Tivemos vendas fortes e crescimento nos lucros em todas as unidades de negócios. Nosso sucesso na China é alimentado por nossa grande oferta de produtos e por um ecossistema centrado no agricultor. Buscamos continuar impulsionar o crescimento, com foco em margens operacionais e acelerando ainda mais nosso pipeline de inovação".

Proteção de Cultivos 

No 1º trimestre de 2021, as vendas da Syngenta Proteção de Cultivos cresceram 17%, chegando a US$ 3.2 bilhões. O EBITDA cresceu 20% (33% a CER), chegando a US$ 1 bilhão. As vendas na Europa, África e Oriente Médio foram 12% maiores, devido aos altos preços das commodities agrícolas e ao inverno ameno.

Na América do Norte, as vendas subiram 6% devido a uma melhoria nas condições econômicas agrícolas e às restrições de fornecimento de mercado, que ajudaram a impulsionar o estoque antecipado. O forte crescimento contínuo por meio de novos produtos também impactou positivamente as vendas, com a marca MIRAVISTM tendo um bom desempenho em toda a região. As vendas na América Latina cresceram em 20% devido à expansão da estratégia de mercado na região e à economia agrícola positiva. O Brasil viu um forte crescimento e um portfólio de pedidos diversificado. Na Ásia-Pacífico (excluindo a China), as vendas tiveram um aumento de 22%, impulsionadas pelas condições climáticas favoráveis e as taxas de câmbio, bem como o forte impulso de crescimento na Índia e no Paquistão. Na China, as vendas aumentaram em 53%, impulsionadas pelas expansões de produtos e aumento da demanda pelo fungicida recém lançado, ADEPIDYN.

ADAMA

As vendas da ADAMA aumentaram 14%, alcançando seu melhor resultado em um primeiro trimestre de todos os tempos, com mais de US$ 1.1 bilhão. O EBITDA cresceu 2% (11% a CER), chegando a US$ 0,2 bilhão.

As vendas na Europa foram 3% mais baixas devido aos altos estoques e à baixa pressão de pragas que afetaram alguns produtos da ADAMA. O norte da Europa teve um início de temporada lento em comparação com o 1º trimestre de 2020. O sul da Europa viu condições favoráveis que impulsionaram uma sólida demanda. Índia, Oriente Médio e África registraram um crescimento de 20%, impulsionado principalmente por um forte impulso positivo nos negócios, juntamente com condições climáticas positivas. As novas instalações de P&D na Índia possibilitaram ainda mais o escalonamento de formulações e produtos ADAMA foram registrados nos Emirados Árabes Unidos.

As vendas na América do Norte aumentaram em 12%, em grande parte devido ao relaxamento das restrições da COVID-19 impactando positivamente o negócio de Soluções Profissionais e para Consumidores. A divisão de Proteção de Cultivos teve um desempenho mais ameno nos Estados Unidos. 

Na América Latina, as vendas cresceram 11% graças ao forte desempenho dos lançamentos de produtos recentes. O Brasil registrou vendas mais baixas no fim da safra após um final sólido no 4º trimestre. As vendas na Ásia-Pacífico (excluindo a China) cresceram 31% devido às condições sazonais favoráveis e apesar de uma recuperação mais lenta dos desafios da COVID19 nessa área.

As vendas na China tiveram um aumento de 82%, alimentadas por seu portfólio diversificado. O crescimento foi impulsionado por um início precoce da safra do segundo trimestre, e por uma maior demanda de cereais. As vendas também foram reforçadas pela inclusão da recente aquisição por parte da ADAMA dos negócios comerciais nacionais de proteção de cultivos da Jiangsu Huifeng. O forte crescimento de intermediários apoiou os negócios não-agrícolas da ADAMA.

Sementes Syngenta 

As vendas da Syngenta Seeds, agora incluindo a China National Seeds, cresceram 16%, chegando a US$ 1.2 bilhões. O EBITDA cresceu 17% (30% a CER), chegando a US$ 0,2 bilhão. As vendas na Europa, África e Oriente Médio cresceram 8% apoiadas pelo forte desempenho dos preços. O forte crescimento sazonal de girassol e milho foi limitado pelas restrições de suprimento de milho. Na América do Norte, as vendas tiveram um aumento de 10% e foram impulsionadas pelo crescimento da soja, bem como por um forte portfólio. As vendas também refletiram desempenho robusto das remessas no 1º trimestre. As vendas na América Latina aumentaram em 7%, apesar das adversidades relacionadas ao câmbio no Brasil. A região viu um forte desempenho em milho no Brasil e em geral um sólido negócio e preços em toda a região. Na Ásia-Pacífico (excluindo a China), as vendas cresceram em 6% em regiões geográficas importantes, incluindo um forte impulso para crescimento na Indonésia e na Tailândia. Na China, as vendas cresceram 200%, impulsionadas principalmente pela consolidação da Winall, uma empresa líder em sementes de arroz híbrido. 

Group concluiu a aquisição de grande parte das ações da Winall em 2021, o que permitiu consolidar seus resultados. O crescimento também foi atribuído ao aumento da renda de royalties pagos por outros fornecedores de sementes pelo direito de implementarem tecnologias do Grupo, bem como por antecipações de compras na safra. O negócio de Sementes de Vegetais cresceu em todas as regiões, resultando em vendas 15% maiores. Além do favorecimento em função do câmbo, as vendas de sementes de vegetais foram apoiadas por aquisições e foram particularmente fortes na Ásia-Pacífico e Europa, África e Oriente Médio. O negócio de Flores cresceu 11% em vendas, após um ambiente de negócio desafiador em 2020. Câmbios favoráveis ajudaram o crescimento das vendas.

Syngenta Group China

O Syngenta Group China, que consiste dos negócios de Sementes, Proteção de Cultivos, Nutrição de Cultivos, da Plataforma Agrícola Moderna (MAP na sigla em inglês) e das atividades de Digital do Grupo na China, alcançou vendas de US$ 2.2 bilhões, com um crescimento de 41% em relação ao ano anterior. O EBITDA cresceu 62% (51% a CER), chegando a US$ 0,3 bilhões. As receitas provenientes de MAP e do Digital continuaram a se expandir e mais do que triplicaram suas vendas. Quarenta novos centros MAP foram adicionados no 1º trimestre, totalizando 365 centros em todas as principais áreas agrícolas da China. Com a expansão, mais de 1,5 millhões de acres de terra estão incorporando soluções digitais MAP. Além disso, os produtos “MAP beside”, com controle de qualidade e rastreabilidade de todo o processo, continuam a se expandir. O negócio de Proteção de Cultivos do Syngenta Group na China aumentou as vendas em 36%, impulsionadas por ganhos contínuos de participação no mercado, forte desempenho com ADEPIDYN e campanhas digitais que ajudaram a alimentar o crescimento. O crescimento da ADAMA na China também foi impulsionado pela recuperação da COVID-19 e uma expansão da sua nova unidade em Jingzhou. Além disso, a recente aquisição do negócio de proteção de cultivos nacional da Huifeng na China ajudou a apoiar os negócios. A Yangnong viu um forte crescimento comercial, de produtividade e economias substanciais de custos, apesar dos preços amenos de alguns de seus ingredientes ativos.

As vendas de Seeds, incluindo o negócio de sementes de Vegetais, foram 182% mais altas, e foram impulsionadas principalmente pela consolidação da Winall. Novas variedades de arroz e renda de licenciamento do milho, bem como o lançamento da Seed Technology Solutions Platform (STS) também ajudaram a estimular crescimento. As vendas de Nutrição de Cultivos aumentaram em 16% devido a um aumento na demanda relacionada ao aumentos nos preços das commodities agrícolas. 

Notas finais

Salvo menção em contrário, as comparações são para o mesmo período em 2020. Os resultados apresentados neste release não foram auditados e são uma consolidação pró-forma das unidades de negócios do Syngenta Group, incluindo a Yangnong Chemical, da qual o Syngenta Group está em processo de aquisição de uma participação de controle acionário. O Syngenta Group foi formado em 2020 como uma combinação de negócios sob controle comum da PRC GAAP. Dessa maneira, a consolidação começa a partir do período em que a ChemChina ou a Sinochem adquiriram o controle da entidade relevante. Os números relatados para 2020 incluem as empresas acima no escopo de consolidação para o mesmo ano. O EBITDA exclui a reestruturação e a redução ao valor recuperável e outros itens pontuais ou não monetários/não operacionais, que não afetam o desempenho contínuo dos negócios, assim como o impacto de um sistema de incentivo de longo prazo do lançamento do Grupo para a administração sênior.

O EBITDA é uma medida não-GAAP, sendo que o EBITDA, conforme definido pelo Syngenta Group, pode não ser comparável às medidas descritas de forma semelhante em outras empresas. O Syngenta Group definiu o EBITDA como lucro antes de juros, impostos, juros não controladores, desvalorização, amortização, reestruturação e imparidade. As informações relativas ao EBITDA foram incluídas por serem utilizadas, pela gerência e pelos investidores, como uma medida complementar do desempenho operacional. O Syngenta Group exclui a reestruturação e o prejuízo do EBITDA para se concentrar nos resultados, excluindo itens que afetam a comparabilidade de um período para o outro.

Os resultados nesse relatório de um período a outro são, onde adequado, comparados usando taxas de câmbio constantes (CER na sigla em inglês). Para apresentar essa informação, os resultados do período atual das entidades que reportam em moedas que não o dólar americano são convertidos em dólares americanos segundo a taxa de câmbio do período anterior, ao invés de usar as taxas de câmbio do ano vigente. O uso de CER indica o desempenho subjacente dos negócios antes de considerar flutuações de taxas cambiais. 


A íntegra do comunicado em inglês aqui

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