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Híbridos de milho são destaques da Morgan no Tecnoshow Comigo 2019

Um dos destaques da Morgan é o Híbrido MG545, adaptado ao Cerrado, que apresenta sanidade foliar e empalhamento.

Na feira de tecnologia rural do Centro-Oeste brasileiro – Tecnoshow Comigo, que acontece de 8 a 12 de abril, em Rio Verde (GO), a Morgan Sementes e Biotecnologia, marca da LongPing High-Tech, apresenta híbridos de milho aos agricultores em busca de eficiência no campo, já pensando nas próximas safras. Entre os lançamentos estão o MG408 e o MG515, que trazem genética aprimorada e biotecnologia para obtenção de produtividade com estabilidade em lavouras de alto investimento.

Material adaptado ao Cerrado, o precoce MG545 tem despertado o interesse dos produtores pela sanidade foliar e empalhamento, enquanto o MG652, de dupla aptidão, ganha cada vez mais espaço pela qualidade dos grãos e silagem.

Nas parcelas demonstrativas do evento, o reconhecido 30A37 estará novamente em evidência, com seu ciclo precoce, de potencial produtivo e estabilidade. Destaque também para a rusticidade do MG744, que tem demonstrado tolerância à pressão de pragas e doenças, sendo ideal para plantio integrado com híbridos de ciclos ainda mais curtos como o MG580.

“Estamos sempre atentos a novas soluções para apoiar o produtor em seu planejamento de safra, proporcionando maior eficiência no campo para suprir uma demanda que não para de crescer”, afirma Diogênes Panchoni, engenheira agrônoma e líder de Marketing da Morgan.   

Biotecnologia nos híbridos 

Os híbridos Morgan estão disponíveis com a tecnologia PowerCore Ultra, que apresenta ação quádrupla das proteínas inseticidas reduzindo a chance de resistência simultânea e auxiliando no manejo das principais pragas que atacam a cultura do milho, como a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda), lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus), broca-do-colmo (Diatraea saccharalis),  lagarta-rosca (Agrotis ipsilon), lagarta-da-espiga (Helicoverpa zea) e lagarta-preta-das-folhas (Spodoptera cosmioides). Outras duas proteínas conferem tolerância aos herbicidas glifosato e glufosinato de amônio, o que proporciona controle de um amplo espectro de plantas daninhas e permite que a lavoura expresse seu máximo potencial produtivo, simplificando e reduzindo custos de manejo. A tecnologia tem a aprovação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).

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