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KWS Brasil realizou seleção de avanço de híbridos de milho

O encontro contou com a participação de seus dirigentes, pesquisadores e colaboradores, além de consultores de empresas parceiras.

A KWS realizou no mês de dezembro evento para troca de experiências e avaliação de híbridos de milho nas suas áreas experimentais. O encontro contou com a participação de seus dirigentes, pesquisadores e colaboradores, além de consultores de empresas parceiras.

A melhorista Vânia Portes Kulka apresentou o projeto de melhoramento da KWS, que conta com dados integrados com mais de 70 países como Alemanha, EUA, China e Argentina. As estações de pesquisas da multinacional sediadas no Brasil também estão servindo de base para pesquisa de materiais para outros países, principalmente China e países da África.

Segundo Vânia, a cultura do milho deu um salto em produtividade a partir da introdução da biotecnologia na cultura, e os principais fatores responsáveis foram:

- Desenvolvimento de genética superior;

- introdução de novas tecnologias como o controle de insetos por meio da tecnologia Viptera, hoje a mais eficiente no mercado para o controle de pragas do milho;

- Máquinas e equipamentos de maior qualidade e precisão, aliado a uma mão-de-obra qualificada;

- Crescente uso da agricultura de precisão;

- Adoção de práticas culturais e novas tecnologias, tais como:

  • Tratamento industrial de sementes;
  • Níveis equilibrados de nutrientes.

O setor de pesquisa da KWS possui diretrizes de melhoramento específicas, uma com foco no milho grão e outro na silagem, sendo essa última coordenada por um dos maiores especialistas no assunto, Dimas Antonio Del Bosco Cardoso. 

Segundo Dimas, a KWS busca a melhor solução possível para atender produtividade aliada com qualidade. “A cada 1% de melhoramento no FDN, conseguimos aumentar 0,2 litros de leite por vaca/dia, considerando animais em sistemas de confinamento, onde a base da dieta é a silagem.  Além de melhorar o FDN,  também buscamos um mínimo de 35% de amido, que representa 30 toneladas por ha de MS e uma conversão de, no mínimo, 1,6 litro por kg de MS“, revelou o especialista.

Além dos materiais que já estão sendo comercializados a KWS possui outros híbridos prontos para serem lançados no mercado, todos com características específicas, teto produtivo e estabilidade mesmo em situações adversas de clima. Outra preocupação da KWS é posicionar o híbrido correto em função do nível tenológico a ser empregado, atendendo a todo segmento de propriedades.

Durante o evento, todos os participantes puderam fazer avaliações dos materiais da KWS, objetivando uma avaliação mais transparente possível com a visão de profissionais e produtores que estão todos os dias no campo. É de entendimento da direção e dos pesquisadores que o melhor material é aquele que, além de atender as necessidades básicas de tetos produtivos com qualidade, também atenda as expectativas do cliente, selecionando os materiais mais adequados a cada região de cultivo.

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