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Lavar e devolver tampas e embalagens vazias de defensivos agrícolas é obrigação do produtor rural

Com total engajamento de todos os elos da cadeia produtiva agrícola, o Sistema Campo Limpo, programa brasileiro de logística reversa no campo, tem mantido índice de destinação de 94% de embalagens vazias de defensivos agrícolas, o que faz do Brasil referência mundial no descarte ambientalmente correto do material. 

Dentro dos princípios da responsabilidade compartilhada, os produtores rurais devem, no momento do preparo da calda do produto para aplicação, lavar e inutilizar as embalagens de acordo com as recomendações do fabricante: tríplice lavagem ou lavagem sob pressão. Ao fazer isso e levar o material até a unidade fixa ou itinerante para devolução, o produtor, além de cumprir com sua responsabilidade dentro do Sistema Campo Limpo, atua em prol de uma agricultura mais sustentável, permitindo que o Brasil continue sendo o único país do mundo a fabricar novas embalagens de defensivos agrícolas com matéria-prima obtida da reciclagem da própria embalagem. Este mesmo princípio vale para as tampas, que passam por uma triagem e depois são enviadas para reciclagem, dando origem a um sistema de vedação de alta performance. 

O agricultor que não entrega as embalagens e tampas nos locais devidamente autorizados, e dentro do prazo estabelecido, está infringindo a lei e pode ser responsabilizado administrativa, civil e penalmente, conforme o disposto nas Leis 7.802, de 1989, e 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. Seguir as determinações legais permite que seja reciclado apenas aquilo que está dentro dos padrões de qualidade exigidos. Com isso, o que é produzido pelas recicladoras parceiras do Sistema Campo Limpo atende a indústria fabricante de defensivos agrícolas e fecha o ciclo de vida das embalagens e tampas dentro do próprio setor, gerando recursos que são reinvestidos na manutenção e funcionamento da logística reversa no campo, auxiliando na autossuficiência do Sistema.

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