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Liquidez é baixa no Brasil, mas preços de algodão estão firmes

Entre 13 e 20 de novembro, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, subiu ligeiro 0,21%, fechando a R$ 2,9569/lp nessa terça-feira, 20. Na parcial de novembro, a alta é de apenas 0,2%. Foto: Wenderson Araujo/CNA Brasil

A liquidez no mercado brasileiro de algodão está baixa, com parte dos agentes recuada, tanto para entregas rápidas como para operações futuras. Nesse ambiente, as cotações seguiram firmes nos últimos dias. Entre 13 e 20 de novembro, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, subiu ligeiro 0,21%, fechando a R$ 2,9569/lp nessa terça-feira, 20. Na parcial de novembro, a alta é de apenas 0,2%. 

Do lado da demanda, algumas indústrias até têm interesse em realizar novas aquisições no spot, mas boa parte afirma que não encontra lotes com as especificidades desejadas. Já outras fiações estão mais flexíveis quanto à qualidade, mas ofertam valores inferiores aos pedidos por vendedores, mesmo para os lotes mistos em características, como cor, micronaire e fibra. Quanto ao vendedor, boa parte dos cotonicultores, quando ativa no mercado, oferta lotes não aprovados em contratos. Comerciantes e corretores até estão mais presentes no mercado, mas alegam dificuldades em “casar” preço e qualidade para entregas imediatas. www.cepea.esalq.usp.br

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