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Manejo de lagartas na cultura da batata

O complexo de lagartas é um problema crescente, que tem aumentado ao longo dos anos na cultura da batata. A melhor forma de realizar o manejo é manter o ecossistema dentro da lavoura o mais equilibrado possível, com a preservação dos inimigos naturais.

A batata (Solanum tuberosum L.) se constitui no quarto alimento mais consumido no planeta, atrás apenas de milho, arroz e trigo. Trata-se da primeira commodity não grão. O tubérculo originário das regiões andinas é presente na composição da dieta da grande maioria dos países no mundo e, para tal, a sua produção segundo a FAO (www.fao.org)  é de aproximadamente 17 milhões de hectares com produção de 370 milhões de toneladas. No Brasil, os estados produtores são Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Bahia, envolvendo aproximadamente cinco mil produtores que plantam anualmente cerca de 120 mil hectares, com produção de 3,6 milhões de toneladas.

Apesar de se ter uma produção equilibrada, a cultura tem inúmeros problemas fitossanitários, como o aparecimento e a detecção de vírus, problemas que têm se agravando devido a diversos surtos populacionais de seus insetos vetores (B. tabaci Genn. e Myzus persicae Sulz.). A cultura também é atacada por diversos fungos e bactérias, além dos nematoides comuns às áreas de produção, principalmente pelo sistema de rotação de culturas empregado. Não bastassem os problemas fitossanitários já estabelecidos nacionalmente, é preciso estar sempre alerta às inúmeras pragas quarentenárias A1, como fitovírus emergentes em países vizinhos Tomato yellow leaf curl virus (TYLCV), Tomato torrado virus (ToTV), Tomato Chocolate virus (ToChV) e insetos presentes em países importadores de sementes Leptinotarsa decimleneata Say, Helicoverpa armigera (Hübner), mosca-branca biótipo Q, psilídeos vetores do “zebra chip”, além de isolados de Phytophtora spp. e espécies de Fusarium spp. resistentes a alguns fungicidas e novas espécies de sarna.

As condições climáticas favoráveis para a perpetuação destes patógenos e pragas, tais como plantas hospedeiras alternativas (insetos e fitopatógenos), águas residuais (bactérias e nematoides), material de propagação vegetativa importado e nacional não certificado (fitopatógenos), têm se tornado um fator limitante nas áreas de cultivo, tanto no estado de São Paulo, quanto no restante do Brasil.

No entanto, além dos problemas com doenças, outros comuns na cultura de batata e com a mesma importância para os produtores são os insetos-praga que causam danos diretos, resultantes de ataques de insetos mastigadores, desfolhadores, raspadores, formadores de minas e ainda alguns sugadores.

Na produção de batata, alguns coleópteros se destacam por causarem danos tanto na fase larval quanto adulta: vaquinha-da-batatinha (Epicauta atomaria (Germar), Meloidae); larva-alfinete ou brasileirinho (Diabrotica speciosa (Germar), Chrysomelidae); pulga-do-fumo (Epitrix spp., Chrysomelidae); larva-arame (Conoderus scalaris (Germar), Elateridae) e bicho-bolo (Dyscinetus planatus (Burn), Scarabaeidae).

Segundo o Kew Royal Natural Garden, em 2019, entre a lista dos dez principais insetos-praga em plantas cultivadas, constam quatro lepidópteros: Helicoverpa armigera (Hübner); Plutella xylostella L.; Spodoptera litura (Fab.) e Spodoptera frugiperda (J.E. Smith), sendo que algumas destas pragas ocorrem em batata.

Nos últimos anos tem aumentado a ocorrência do complexo de lagartas que compreende sete espécies: lagarta-rosca [Agrotis ipsilon (Hufnagel) (Lepidoptera: Noctuidae)]; lagarta-do-cartucho-do-milho [Spodoptera frugiperda (J.E. Smith)]; lagarta-das-folhas [Spodoptera eridania (Cramer)]; lagarta-preta [Spodoptera cosmioides (Walker)]; lagarta-falsa-medideira [Chrysodeixis includens (Walker) (Lepidoptera: Noctuidae)]; traça-da-batatinha [Phthorimaea operculella (Zeller) (Lepidoptera: Gelechiidae)] e lagarta-das-vagens-da-soja [Helicoverpa armigera (Hübner) (Lepidoptera: Noctuidae)]. Entre os principais motivos do avanço dessas pragas em batata estão: I) a proximidade de áreas de produção, o que facilita a migração de populações para áreas vizinhas e, II) a rotação de culturas realizada pelos produtores para a cultura que envolve, principalmente, soja, milho, braquiária, trigo, sorgo, feijão e nabo forrageiro, promovendo a multiplicação de insetos remanescentes entre as culturas (Quadro 1).

As culturas escolhidas para rotação não estão baseadas apenas em estratégias para o controle de insetos, mas também em parâmetros técnicos direcionados a outras áreas como doenças e condicionamento do solo, além de possibilidade de retorno financeiro.

Dessa forma, o monitoramento de insetos deve ser realizado no sistema produtivo como um todo e não somente na batata, assim, pode-se entender sobre a dinâmica das espécies ao longo do ano e adotar medidas de manejo integrado de forma a reduzir surtos populacionais.

Geralmente os ciclos de insetos são sincronizados com o da planta hospedeira e associados a fatores climáticos, sendo assim, o conhecimento da biologia e do ciclo de vida do inseto é de suma importância. No entanto, os ataques de insetos não costumam ocorrer isolados e sim simultaneamente, principalmente em áreas com grande diversidade de plantios, o que torna o controle de pragas um eterno jogo de xadrez.

Quando no solo, S. frugiperda pode causar os mesmos danos descritos para A. ipsilon
Quando no solo, S. frugiperda pode causar os mesmos danos descritos para A. ipsilon

Biologia e dano dos insetos

Lagartas de solo

Agrotis ipslon – Lagarta-rosca

Os adultos são mariposas com 35mm de envergadura, com asas anteriores marrons e manchas pretas, e as posteriores semitransparentes. Podem realizar posturas de até mil ovos em folhas, caule e solo. Os ovos, brancos, são colocados individualmente em folhas de plantas da cultura ou hospedeiras, próximas ao solo. As lagartas possuem cor marrom-acinzentada escura e têm hábitos alimentares, ficando abrigadas no solo durante o dia. Quando tocadas se enrolam, o que justifica o nome popular de lagarta-rosca. As lagartas cortam as plantas rente ao solo, atacam as plantas nos primeiros 30 dias, reduzindo a densidade de plantio, sendo que o nível de dano varia para cada cultura ou variedade, inclusive com possíveis danos aos tubérculos de acordo com a intensidade do ataque.

A lagarta rosca tem por hábito permanecer abrigada no solo durante o dia
A lagarta rosca tem por hábito permanecer abrigada no solo durante o dia

Spodoptera frugiperda – Lagarta-militar ou lagarta-do-cartucho-do-milho

A mariposa possui hábito noturno e deixa seus ovos nas folhas das plantas. A oviposição se dá em massa, com média de 100 ovos/postura, distribuídos em camadas e muitas vezes recobertos por escamas do adulto. A fase de ovo dura em torno de três dias. O período larval varia de 12-30 dias, dependendo da temperatura, principalmente. Quanto maior a temperatura, menor o ciclo. Varia sua coloração do cinza ou marrom, atingindo até 50mm de comprimento, e empupa no solo. A espécie possui diversos hospedeiros, porém a preferência para o ataque é a parte aérea da planta. Quando no solo, S. frugiperda pode causar os mesmos danos descritos para A. ipsilon, ocorrendo a confusão e muitas vezes a identificação incorreta, devido à correlação de lagarta-rosca com A. ipslon. O que pode ser facilmente resolvido pela observação do “Y” invertido presente na cabeça da lagarta e dos quatro pontos na porção final do abdômen formando um quadrado para S. frugiperda, e pelo hábito de se enrolar quando tocada de A. ipslon.

Lagartas da parte aérea

Spodoptera eridania - Lagarta-das-folhas, Lagarta-das-vagens-da-soja

A mariposa tem coloração cinza-claro, medindo aproximadamente 40mm, com asas anteriores acinzentadas com ponto preto no centro. As lagartas até o segundo instar possuem coloração esverdeada e cabeça laranja, após o desenvolvimento se tornam escuras (pretas) e apresentam duas fileiras triangulares na região dorsal. Após o terceiro instar iniciam a dispersão para outras partes da planta e outras plantas. Na fase final de desenvolvimento, possuem três faixas longitudinais, podendo variar a coloração entre brancas ou amarelas na lateral. Estas lagartas causam desfolha, possuem hábito gregário e se alimentam inicialmente da folha onde foi realizada a postura e após em folhas adjacentes. A capacidade de consumo foliar da espécie é alta e pode comprometer seriamente as plantas atacadas. O seu ciclo de vida completo pode variar em média de 30 dias a 40 dias.

Spodoptera cosmioides – Lagarta-preta

Os adultos apresentam coloração acinzentada com desenhos brancos nas asas anteriores e seu segundo par de asas é branco. As posturas ocorrem em massa agrupada e em camadas, cobertas com escamas. As larvas se caracterizam de acordo com desenvolvimento, nos instares iniciais. São gregárias e de coloração esverdeada, semelhantes à S. eridiana. Tornam-se pardas e possuem três listras longitudinais alaranjadas, a mais próxima do dorso possui manchas brancas na base dos triângulos dorsais presentes nos segmentos abdominais. A duração da fase de pupa é significativamente menor para as fêmeas que para os machos. O ciclo de vida em condições ideais, temperaturas amenas e em alta umidade relativa varia de 26 a 31 dias. Tanto S. cosmioides como S. eridania ocorrem em lavouras de batata de forma pontuada, porém o aumento dessas lagartas em soja e algodão pode contribuir para o crescimento em outras culturas como a batata.

Chrysodeixis includens - Lagarta-falsa-medideira; lagarta-mede-palmo

O ataque de Chrysodeixis includens tem recebido destaque nos últimos anos e representa uma das lagartas com alto índice de ocorrência, sendo registrada em culturas não costumeiras, o que demonstra a adaptação da espécie a novos hospedeiros. A literatura ainda carece de estudos de biologia e comportamento de C. inlcudens em diferentes variedades de batata, porém informações oriundas de outras culturas auxiliam na identificação e manejo da espécie. Os ovos são distribuídos individualmente na face inferior das folhas, sendo pequenos e esbranquiçados. As lagartas, ao eclodirem, após cinco dias a sete dias, são verdes-esbranquiçadas e à medida que se desenvolvem, tornam-se visíveis listras longitudinais brancas no dorso, podendo apresentar pequenos pontos escuros no corpo. Apresentam três pares de pernas torácicas e três abdominais. Os três pares de pernas abdominais proporcionam o seu deslocamento peculiar quando aproxima a parte de trás com a parte da frente do corpo. Depois do último instar larval, esta lagarta se transforma em pupa, que ocorre sob uma teia, em geral na face abaxial das folhas. As infestações mais intensas geralmente ocorrem quando a cultura possui boa densidade foliar, quando criado um microclima ideal para o desenvolvimento dessa lagarta – umidade e temperatura.

Helicoverpa armigera - Lagarta-das-vagens-da-soja

Relatada recentemente em batata, possui metamorfose completa e seus adultos apresentam asas anteriores amareladas (fêmeas) e cinza-esverdeado (machos). As fêmeas podem ovipositar de dois mil a três mil ovos, sempre dispostos em locais de farta alimentação para as larvas, seja na parte abaxial das folhas ou nos talos, flores, frutos e brotações terminais. Entre as características das lagartas é possível observar a presença de uma faixa larga longitudinal, sempre mais clara que o corpo, pelos brancos apenas na região da cabeça, a sua posição de “ataque” ou uma protuberância em forma de sela e um tegumento mais coriáceo. Ao eclodirem, as larvas possuem entre 10mm e 15mm, podendo alcançar na fase adulta 40mm de comprimento. Esta fase dura em torno de 14 dias a 21 dias. As pupas possuem coloração marrom-escuro e passam essa fase no solo. As fêmeas podem viver por até 12 dias, sempre dependendo da cultura e condições climáticas. O ciclo de vida é de aproximadamente de 25 dias. H. armigera é uma praga recente em vários cultivos, incluindo a batata. Durante o ciclo da cultura não existe uma distribuição regular do ataque da praga, porém observa-se que na fase reprodutiva a presença de flores pode atrair os adultos para oviposição.

H. armigera é uma praga recente em vários cultivos, incluindo a batata
H. armigera é uma praga recente em vários cultivos, incluindo a batata

Phthorimaea operculella - Traça-da-batatinha, traça-da-batata

O inseto adulto pode chegar a 15mm de envergadura, possuindo coloração acinzentada e pontos pretos nas asas anteriores. Possui asas franjadas. As fêmeas, em condições favoráveis, podem ovipositar cerca de 300 ovos durante todo seu ciclo de vida, esses de cor branca, formato oval e lisos. A lagarta pode atingir até 12mm de comprimento e possuem cor branca-esverdeada no início e posteriormente em fases mais avançadas se tornam brancas-amareladas. A pupa é de cor marrom-avermelhado e sempre é protegida por uma teia. Seu ciclo total pode girar em torno de 30 dias a 50 dias, dependendo das condições. As larvas atacam as folhas em todo o seu desenvolvimento vegetativo, formando galeria nas folhas, semelhante a um minador. Também podem atacar o caule e os tubérculos, reduzindo o valor comercial ou inviabilizando a sua venda, inclusive chegando à sua destruição total ou parcial ao produzir galerias. Seus danos continuam após a colheita, no transporte e armazenamento.

Figura 1 - Chave de identificação baseada nas principais características para diferenciação de lagartas em batata (Salas, F.J.S.)
Figura 1 - Chave de identificação baseada nas principais características para diferenciação de lagartas em batata (Salas, F.J.S.)

Manejo dos insetos-praga na cultura da batata

A adoção de medidas de controle deve ser baseada em monitoramento e respeitados os níveis de ação para cada praga. Há uma gama de produtos inseticidas disponíveis para a cultura da batata, e muitos deles também registrados para outras culturas usadas no mesmo sistema de produção. Diante das possibilidades de produtos com registro da cultura, a escolha deve ser baseada em alguns princípios, como a performance do produto, a seletividade apresentada e também a escolha do mecanismo de ação ao qual pertence a molécula, de forma a evitar a seleção de populações resistentes.

Recomenda-se, sempre que possível, a utilização de produtos seletivos. Ao mesmo tempo em que é elevado o número de insetos-praga que atacam a batata, também é alto o número de inimigos naturais incluindo predadores, parasitoides, fungos e bactérias entomopatogênicos. Esses organismos trabalham a favor do produtor e precisam ser preservados.  Informações sobre seletividade de produtos não estão evidentes nas bulas de produtos, porém a literatura apresenta dados bem consistentes para grupos de inimigos naturais e grupos de produtos.

Quanto ao manejo de resistência, indivíduos resistentes a inseticidas ocorrem naturalmente em uma população de insetos, porém em número muito baixo a ponto de causarem prejuízos. Quando inseticidas de um mesmo grupo químico são aplicados de forma consecutiva ao longo do tempo, estas aplicações representam uma forma de favorecer que estes indivíduos resistentes sobrevivam e se multipliquem, atingindo muitas vezes níveis populacionais que permitam a observação da falha de controle quando o inseticida é aplicado.

Para produtos registrados recentemente, a identificação do modo de ação é feita já na embalagem do produto, de forma a auxiliar o produtor na prática de rotação. Para produtos que não possuem essa especificação na embalagem, as informações estão disponíveis no site do Irac-BR (https://www.irac-br.org/), e são atualizadas continuamente mediante a necessidade de inclusão de um novo inseticida.

Adicionalmente, há no mercado diferentes tipos de estratégias para o manejo das pragas na cultura da batata, que podem ser utilizados de forma isolada ou integrada, lembrando que a melhor forma de se manejar a praga é manter o ecossistema dentro da lavoura o mais equilibrado possível, ou seja, preservando os inimigos naturais que já se encontram no cultivo e são responsáveis pela regulação natural da população da praga.

Dentre os agentes de controle biológico é possível citar espécies de parasitoides do gênero Trichogramma (Trichogrammatidae), parasitoides de ovos de mariposas que se mostram eficientes no controle de diversas espécies de lepidópteros, porém para cada tipo de praga existem linhagens de parasitoides específicas que apresentam um maior nível de controle.

A liberação de parasitoides de ovos como agente de controle biológico, a fim de reduzir a população de insetos-praga ao nível inferior ao de dano econômico, tornou-se uma prática com crescimento significativo e é atualmente uma ferramenta importante e indispensável para o MIP, nos quais as liberações inundativas exercem efeito rápido sobre o inseto-praga. Existem aproximadamente 230 espécies de inimigos naturais, predadores e parasitoides, disponíveis para comercialização e utilização em programas de controle biológico em todo o mundo, principalmente no que diz respeito ao uso de parasitoides de ovos, por serem eficazes no controle do inseto-praga em fase de desenvolvimento, quando ainda não causa danos à cultura.

O gênero Trichogramma é o grupo de parasitoides mais utilizado no mundo, destacando-se pela facilidade de criação, capacidade de parasitismo e pelas espécies deste gênero terem preferência em parasitar ovos de insetos da ordem Lepidoptera. O Trichogramma pretiosum é um dos parasitoides mais estudados mundialmente. Por ser uma espécie generalista, é associado a diversos hospedeiros e ocorre em várias partes do mundo.

Essa espécie de parasitoide de ovos é considerada de grande eficácia no parasitismo de diversas espécies de lepidópteros em diferentes cultivos, porém, apesar dos resultados promissores, inclusive na cultura da batata.

O uso de parasitoides de ovos para o manejo do complexo de lagartas na cultura da batata com ênfase às práticas ecologicamente sustentáveis tem grande potencial de utilização. Isso, aliado ao uso de produtos fitossanitários seletivos, tem a finalidade de viabilizar a compatibilização do uso do controle biológico com o emprego do controle químico de forma racional e consolidação do manejo integrado de pragas na cultura da batata.

Dessa forma, pode-se concluir que para que se tenha uma lavoura sustentável e, consequentemente, que apresente uma boa produção, é imprescindível um bom planejamento antes do plantio, assim como conhecimento da área em que a cultura será instalada, que o plantio seja realizado com mudas sadias e o monitoramento de pragas na lavoura seja feito de forma constante e por pessoas treinadas. 

Fernando J. Sanhueza Salas e Tiago Navarro, LEV - Instituto Biológico; Cristiane Müller, Corteva Agrisciences; Regiane Oliveira, Unesp Botucatu

Cultivar Hortaliças e Frutas Setembro 2020

A cada nova edição, a Cultivar Hortaliças e Frutas divulga uma série de conteúdos técnicos produzidos por pesquisadores renomados de todo o Brasil, que abordam as principais dificuldades e desafios encontrados no campo pelos produtores rurais. Através de pesquisas focadas no controle das principais pragas e doenças do cultivo de hortaliças e frutas, a Revista auxilia o agricultor na busca por soluções de manejo que incrementem sua rentabilidade. 

+ Veja mais artigos publicados na edição de setembro de 2020 da Cultivar Hortaliças e Frutas pelo link

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