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Na Ampasul (MS), Abrapa encerra a primeira semana de visitas de verificação nos laboratórios de classificação de fibra

Equipado com quatro máquinas High Volume Instrument (HVI), com capacidade de processar 4,8 mil amostras ao dia, o laboratório existe desde 2004, mas está sob a gestão da associação desde a safra 2013/2014, e, até hoje, vem implementando uma série de melhorias. No próximo ano, a estrutura vai mudar de endereço, e ficará maior em área e quantidade de equipamentos.

A expectativa do gerente José Lúcio Silva Matos é começar na nova sede da forma mais próxima possível aos ideais de qualidade nos processos. "Mas, mesmo na estrutura atual, trabalhamos com foco na excelência. Agora estamos nos guiando pelas recomendações da Abrapa, através do SBRHVI, para aperfeiçoarmos em tudo o que pudermos", diz.

Ao todo, 16 pessoas trabalham na classificação na Ampasul.  O time já sente no dia a dia as mudanças de parâmetros operacionais, a começar pela introdução das amostras-padrão fornecidas pelo Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), que passam pelos instrumentos a cada 200 amostras checadas. "Já percebemos várias oportunidades de ajustes e fizemos correções.  Isso é muito bom", afirma. José Lúcio estima que, nessa safra-piloto do programa SBRHVI, o laboratório deve operar por cerca de cinco meses.

"É muito interessante verificar que as mudanças, que normalmente costumam provocar reações de rejeição, estão sendo absorvidas muito bem em todos os laboratórios visitados até agora. Isso reflete a busca constante pela excelência que caracteriza a cotonicultura brasileira", comemora o gestor do programa de Qualidade da Abrapa, Edson Mizoguchi. Cumpridas as verificações nos estados de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, as visitas técnicas acontecerão, nas próximas semanas, na Bahia, Mato Grosso e São Paulo.

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