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Ourofino Agrociência estará no Congresso Andav com novidades na política de distribuição e no portfólio

Reimaginar a agricultura brasileira é o propósito da Ourofino Agrociência desde 2017 e esse mesmo conceito avança para os processos internos e setoriais relativos à distribuição dos produtos. As mudanças e novidades relativas ao tema serão apresentadas pela primeira vez na edição de 2021 do Congresso da Andav, considerado o mais importante evento da cadeia de distribuição de insumos agropecuários.

Serão três dias de atividades do congresso, entre 11 e 13 de agosto, e a realização será 100% digital. A Ourofino Agrociência levará ao evento a sua nova política de distribuição, que atenderá seus clientes de uma forma mais assertiva, visando o fortalecimento das operações.

De acordo com Leonardo Araújo, diretor de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento e Inovação (PDI) da Ourofino Agrociência, foram meses de planejamento para criar uma nova forma de desenvolver a distribuição, logística e programas de relacionamento com o cliente. As estratégias estão alinhadas aos planos da companhia para os próximos 10 anos.

Outra novidade da empresa que será apresentada no congresso será o Goemon. Disponível a partir deste mês no mercado, a solução traz uma molécula inédita ao país para auxiliar os produtores no combate às lagartas de difícil controle, que atacam as lavouras de soja, café, milho e tomate em todo o território nacional. O inseticida conta com o princípio ativo ciclaniliprole, que integra o grupo químico das diamidas.

Para Lenisson Carvalho, gerente de Marketing de Grandes Culturas da companhia, o principal apelo do novo produto é a alta eficiência e estabilidade no controle de pragas. “O Goemon foi testado pelas principais instituições de pesquisa do Brasil, onde se obteve grandes resultados no território nacional, o que traz a garantia de segurança, além de outros ganhos.”

O inseticida pode ser usado contra lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda), helicoverpa (Helicoverpa armigera), falsa-medideira (Chrysodeixis includens) e bicho-mineiro (Leucoptera coffeella). A solução é o primeiro fruto da parceria da empresa com a japonesa ISK e insere a Ourofino Agrociência no segmento de patentes.

Lançar esse produto significa avançar mais um passo em direção à oferta de um portfólio cada vez mais robusto, que visa, principalmente, reimaginar os produtos que fazem parte do manejo feito por agricultores nas lavouras brasileiras. “Grande parte das soluções disponíveis no mercado nacional foi desenvolvida no hemisfério norte, que conta com um clima muito diferente do nosso. Por isso, investimos fortemente em pesquisas para inovar, criando soluções eficientes para o produtor. Já conseguimos levar maior tolerância à chuva, adesividade e aumentar o residual dos produtos conforme o clima brasileiro. E vamos fazer muito mais”, reforça Lenisson.

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