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Rasip encerra colheita da maçã com perspectiva positiva para exportação

Apesar do Brasil ter colhido menor safra em 2020, a Rasip mantém expectativa positiva com relação à exportação.

A Rasip, empresa que integra a RAR – idealizada por Raul Anselmo Randon -, encerrou a colheita de maçã deste ano com um total de 80 mil toneladas da fruta já em processamento – além de produzir, a RAR também opera produções de terceiros. Apesar do Brasil ter colhido menor safra em 2020, a Rasip mantém expectativa positiva com relação à exportação.

“Em fevereiro e março enfrentamos uma estiagem que prejudicou a produção das macieiras, o calor e falta de chuva são extremamente maléficos para as maçãs do tipo fuji, que são as últimas a serem colhidas. Porém, ainda assim colhemos frutas lisas e com uma boa coloração, que nos proporcionou uma boa safra em volume e qualidade”, afirma o diretor-superintendente da RAR, Sergio Martins Barbosa.

Ele destaca, ainda, que o inverno irregular impactou na floração e no tamanho da fruta, mas foi possível atingir um nível satisfatório de qualidade e que essas características tornam o produto atrativo para o mercado externo - a empresa pretende ultrapassar o faturamento de 2019 com exportação. “Nossa meta de exportação fica em torno de 15% a 20% da nossa produção, dependendo das variações dos mercados importadores e do câmbio, mas devemos dobrar a exportação este ano em relação ao ano anterior”, afirma Sergio. Atualmente a RAR exporta para Rússia, Índia e países da Europa, que possuem grande potencial comprador.  

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