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Safra de soja 2020/21 impõe desafios climáticos do plantio à colheita

Para não correr riscos na próxima safra, produtor pode assegurar a produtividade na lavoura com a escolha certa da cultivar de soja.

A safra de soja 2020/21 tem sido marcada por condições climáticas pouco favoráveis para a cultura. No início, a falta de chuva ocasionou o atraso de plantio em quase todas as regiões produtoras e agora, na reta final, a irregularidade pluviométrica continua e ainda há o desafio da colheita, que em muitos locais irá coincidir com um período mais chuvoso. 

Mesmo com tantos dados disponíveis sobre o clima, é difícil para o produtor rural mensurar o tamanho do problema com antecedência, afinal, a agricultura é a chamada “indústria a céu aberto”. Uma safra atípica como essa, em relação às condições climáticas, reforça a importância das decisões mais acertadas na hora de escolher a cultivar de soja que vai entrar na área, considerando seus atributos genéticos. 

A TMG 2383IPRO, da TMG - Tropical Melhoramento e Genética, é uma das cultivares de soja que entrega muitas vantagens competitivas, principalmente em safras tão desafiadoras como a 2020/21. Além da produtividade, tem ampla adaptabilidade de plantio, sendo fácil de ser trabalhada em diferentes regiões do cerrado brasileiro, e boa sanidade foliar. 

 A cultivar é resistente ao nematoide de cisto da soja das raças 1 e 3, tem boa capacidade de engalhamento e tolera bem a chuva na colheita. Gerente da Fazenda JC, do Grupo Copetral, de Sinop (MT), Cleibe Henrique da Costa destaca os diferenciais competitivos da cultivar que a colocaram como carro-chefe do grupo. “Estamos na terceira safra da TMG 2383IPRO e desde os primeiros testes representativos a gente tem visto uma taxa de produção alta, por isso resolvemos investir mais. Ano passado tivemos uma área expressiva e constatamos certos talhões com 80 sacas por hectare. É um material que aguenta mais a chuva e a tendência é a gente continuar com a TMG 2383 no portfólio como nosso carro-chefe”, conta. 

Concorrentes 

O alto teto produtivo da TMG 2383IPRO foi comprovado em mais de 700 comparativos, de áreas comerciais e experimentos, considerando 12 principais concorrentes, nas duas últimas safras (2018/19 e 2019/20). O levantamento mostrou que a média de produtividade da cultivar foi de 74,5 sc/ha, com ganho médio de 3,5 sc/ha frente à média das concorrentes, em todas as regiões de Mato Grosso, em Goiás, na região MAPITOPA e Bahia. A cultivar teve produtividade superior em 66% do total de ensaios ao longo dos dois anos. 

Para a safra 2021/22, a TMG 2383IPRO está disponível em diversos canais que multiplicam as variedades da TMG para Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rondônia, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia. Os contatos dessas empresas são encontrados no site www.tmg.agr.br

“Não arrisque na safra 2021/22, essa é a mensagem que deixamos como alerta ao produtor. Fazer escolhas que indicam a certeza do melhor resultado é muito mais inteligente, pois em nenhuma safra é possível saber como ela será por completo e temos visto o quanto o produtor tem sofrido com os problemas da atual safra”, destaca o gerente comercial da TMG em Mato Grosso, Célio Neiva.

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