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Sistema de previsão de podridão floral expande seu alcance pelo cinturão citrícola

Estações têm sido usadas para enviar dados ao sistema, que calcula o risco de ocorrência da estrelinha. - Foto: Divulgação Fundecitrus

Segundo o pesquisador do Fundecitrus Geraldo Silva Jr., as estações têm sido usadas para enviar dados ao sistema, que calcula o risco de ocorrência da estrelinha. “Os alertas de risco vêm sendo encaminhados por e-mail e WhatsApp desde julho de 2020, início do florescimento nos pomares de citros no estado de São Paulo, e tem ajudado os citricultores a otimizarem o manejo da podridão floral e reduzirem os custos de produção”, explica.

Adicionalmente, o Fundecitrus tem buscado parceiros importantes que têm fornecido, gratuitamente, dados para inclusão no sistema de previsão, como a UNESP de Ilha Solteira, que concedeu dados obtidos na região noroeste de São Paulo, a empresa de irrigação Irriger, que tem fornecido dados de estações próprias distribuídas em todo o estado, a Cooperativa de Produtores Paulista de Algodão (APPA) e a Cooperativa Holambra, que disponibilizaram estações no sudoeste paulista e a Cooperativa de Produtores Rurais de Agricultura Familiar (Coperfam), que adquiriu uma estação para atender os cooperados na região de Bebedouro e Monte Azul Paulista.

Inclusão no sistema

O sistema está disponível em previsaopfc.fundecitrus.com.br. O citricultor que quiser receber os alertas deve entrar em contato com o Fundecitrus pelo telefone 0800 110 2155 ou com o agrônomo de sua região.

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