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Syngenta relança marca NK

Em milho, marca incorporará os híbridos já comercializados pela Syngenta e a previsão é de que 10 novos sejam lançados nos próximos cinco anos, no Brasil. – Foto: Tony Oliveira/CNA

Como parte da estratégia de se tornar empresa destaque em sementes da América Latina até 2028, a Syngenta relança a marca de sementes NK. Focada nas culturas de soja e milho, a nova linha de produtos, que passa a ser comercializada no Brasil, Argentina e Paraguai em janeiro de 2020, chega ao mercado com cinco novos cultivares de soja, com atributos distintos e desenvolvidos de acordo com as necessidades de cada região. O portfólio NK também incorpora os híbridos de milho já comercializados pela Syngenta.

A marca volta revitalizada, com foco em rentabilidade, produtividade, resultado, qualidade e segurança da produção, em sintonia com a perspectiva da Syngenta de desenvolver, anualmente, ao menos duas tecnologias disruptivas para ajudar o agricultor a enfrentar as mudanças climáticas. “A decisão do relançamento se confirmou após uma pesquisa realizada com mais de 400 produtores brasileiros, que chancelaram a força e os atributos inovadores da NK”, explica o Líder do Negócio de Sementes da Syngenta Brasil e Paraguai, André Franco.

No Brasil, a perspectiva é de lançar entre 15 e 20 novos cultivares de soja e 10 híbridos de milho nos próximos cinco anos, para contemplar todas as principais regiões produtoras, levando em consideração as condições climáticas e de solo de cada uma. Em um primeiro momento, o foco das sementes de soja estará nos estados do Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Piauí, Maranhão, Tocantins e Goiás. Para milho, a operação já integra todo o País. “Estamos investindo grande energia em nosso programa de aprimoramento genético para assegurarmos cada vez mais e melhores opções para os agricultores, bem como o melhor desempenho em função das diferentes variáveis que permeiam a rotina agrícola, como solo, clima, época de plantio, entre outros”, ressalta Franco.

Tecnologia e investimento

O retorno da NK faz parte da estratégia da Syngenta de fortalecer o negócio de sementes na América Latina, processo que se iniciou com as recentes aquisições da empresa na área, em fevereiro de 2018. No Brasil, a frente receberá investimentos de mais de US$ 80 milhões até 2021, que serão utilizados para aperfeiçoar e expandir a rede de produção e suprimentos, bem como para garantir aporte constante em pesquisa e desenvolvimento.

“Estamos investindo substancialmente no negócio de sementes, com o objetivo de nos consolidarmos como um dos líderes do setor”, destaca Franco.

Segundo o executivo, o aporte também se destina à abertura de novos centros de pesquisa, além de melhorias na infraestrutura, equipamentos e capacitação nos polos de Minas Gerais e Mato Grosso. Para viabilizar a operação de relançamento da NK houve, ainda, grande investimento em mão de obra especializada, com a contratação de mais de 100 profissionais no Brasil, de modo a assegurar a proximidade e o melhor atendimento a clientes e canais de distribuição.

Também está nos planos incorporar à NK a oferta de novas ferramentas digitais, alinhadas ao posicionamento global da Syngenta e com foco no auxílio aos produtores para que enfrentem os desafios inerentes às questões climáticas. “Sabemos que o clima é um dos fatores mais preocupantes e imprevisíveis para o agricultor, com capacidade de causar grandes estragos ou de ser um dos principais fatores de sucesso de uma safra. Novamente, pensando em apoiar o produtor na superação de seus principais desafios, buscaremos incorporar mais esta segurança à linha de produtos NK. Afinal, somos uma empresa 100% agro e isso significa que o interesse do agricultor é o nosso interesse”, finaliza o Diretor de Marketing de Sementes da Syngenta no Brasil, Igor Lyra.

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