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Syngenta utiliza embalagens de resina reciclada para armazenar defensivos agrícolas

Pioneira em apoiar e adotar os produtos reciclados do Sistema Campo Limpo (programa de logística reversa de embalagens vazias e sobras pós-consumo de defensivos agrícolas), a Syngenta foi uma das primeiras empresas do setor de agroquímicos a utilizar em sua operação recipientes de defensivos agrícolas fabricados a partir de resina reciclada de embalagens que armazenavam ingredientes semelhantes.

A utilização dessas embalagens recicladas, identificadas pelo selo ECO TRIEX, conecta-se aos compromissos do Plano de Agricultura Sustentável da Syngenta, entre os quais destacam-se a redução da intensidade de carbono das operações da empresa em 50% até 2030, a contribuição com a meta do Acordo de Paris sobre mudança climática e a adesão ao compromisso da SBTi de impedir um aumento da temperatura global acima de 1,5 °C.

“Em 2020, um terço dos recipientes utilizados pela Syngenta foram feitos de resina reciclada, entre os quais os com o selo ECO TRIEX. Neste ano, o objetivo é incrementar ainda mais o consumo de resina reciclada”, ressalta o diretor de Operações Supply Brasil da Syngenta, Jorge Buzzetto. Segundo o executivo, além dos compromissos que visam a redução de emissões e controle da temperatura global, o Plano de Agricultura Sustentável da Syngenta traz a meta de lançar duas tecnologias disruptivas a cada ano para auxiliar os produtores a enfrentar as mudanças climáticas.

“Com isso, a empresa tem como objetivo contribuir para a aceleração da inovação para os agricultores e redução de impactos ambientais; intensificar o trabalho para que a agricultura seja neutra em carbono; promover a segurança e a saúde das pessoas; e estabelecer parcerias estratégicas”, completa.

Redução de emissões

Por concretizar o conceito de economia circular, o Sistema Campo Limpo – programa que tem o inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) como entidade gestora – gera vários benefícios ambientais, entre eles a redução de emissões de gás carbônico equivalente (CO₂e). Isso acontece porque de cada 100 embalagens recebidas pelo programa, 94 são recicladas, tanto transformadas em resinas para artefatos diversos, quanto usadas como matéria-prima para a fabricação de novas embalagens de defensivos agrícolas (Ecoplástica) e tampas (Ecocap), fabricadas pela recicladora Campo Limpo, que desenvolveu o selo ECO TRIEX.

O Sistema superou o marco de 600 mil toneladas de embalagens vazias encaminhadas para destino ambientalmente adequado, desde 2002. Com isso, evitou que mais de 820 mil toneladas de CO₂e fossem despejadas na atmosfera. O volume equivale a aproximadamente 15,5 mil viagens de caminhão ao redor da Terra.

“A parceria estratégica com o inpEV e a Campo Limpo, entre outras, assim como a utilização de embalagens de cunho sustentável, estão no cerne dos valores e compromissos da Syngenta com a sustentabilidade, os quais buscam uma agricultura equilibrada por meio da harmonia entre os pilares econômico, social e ambiental”, destaca Buzzetto.

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